Uma carta de Paulo Pereira Cristóvão e a minha resposta

Apesar de o sr. Paulo P. Cristóvão não ter solicitado o direito de resposta, publica-se o seu texto porque não existe correspondência privada para o diretor deste jornal, desde que essa privacidade não seja invocada.

Também não lhe respondo nem em 24, nem em 36 horas porque não aceito prazos que não resultem do cumprimento da lei ou da minha vontade. Respondo aqui e agora porque quero, apenas. 

Do mesmo modo, as ameaças de processos me são indiferentes. Quem não deve não teme.

E quanto à substância, garante-me o jornalista João Pedro Abecassis, e nele acredito, que falou, anteontem à tarde, por telefone, com o sr. Paulo P. Cristóvão, da redação do jornal para o seu telemóvel, aliás, como o registo da chamada e a sua duração, facilmente comprovarão. E assim sendo, nada existe para desmentir, até porque, também ontem, no diário “i”, se podiam ler declarações do sr. Paulo P. Cristóvão em tudo semelhantes às que prestou a Record.

Mas como tudo tem uma explicação, as nossas colunas estão sempre à disposição de quem, considerando ter sido mal interpretado, queira esclarecer o seu pensamento.

Nota do diretor, publicada na edição impressa de Record de 16 outubro 2010

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