Um jornal nacional: viagem ao interior do País

 

O interior de Portugal desertifica-se, há muitas aldeias com metade das casas abandonadas e em ruínas, os quiosques desaparecem, o negócio dos jornais e revistas está reduzido a agentes de barba dura, que enfrentam a crise com a coragem dos bravos. Parece que tudo se passa nas grandes cidades, mas não, o país estende-se por mais de 90 mil quilómetros quadrados e, tal como a Terra, mexe-se. Tem pessoas e tem vida. 


Record é o terceiro título de circulação nacional, mas é também – enquanto o “Correio da Manhã” não acabar por estender à totalidade do território o domínio de 90 e tal por cento do mercado que já lhe pertence – aquele que mais uniformemente é lido do Minho ao Algarve. 
Ainda há dias, através do Twitter, @ajsborges reclamava e com toda a razão: “O @Record_Portugal a chamar nelense a um tipo de Canas de Senhorim que joga no Académico de Viseu? Está mal ò @AlexandrePais!” O “tipo de Canas” é o avançado Hélder Rodrigues, de 23 anos, um verdadeiro… canense. Aqui fica a retificação!
Aliás, Canas de Senhorim é exemplo da popularidade do Record – desde a loja global do Armando, meu antigo colega de escola, que todos os dias faculta o jornal à freguesia, até ao restaurante Zé Pataco, que não há muito nos ofereceu o serviço de café que utilizamos nas reuniões do Senado Record, no Estádio Artur Agostinho. 
Hoje mesmo, por causa desta merecida referência, não será fácil, a partir da hora de almoço, encontrar o jornal à venda nas redondezas. Tal como sucedeu esta semana em Viseu, em Chaves e em Faro, com os destacáveis que dedicámos à subida dos históricos emblemas dessas cidades a fazerem esgotar o Record nas bancas.
O crescimento das edições online e a migração de leitores para as novas plataformas acabará por matar o vício do café e a compra dos jornais pela manhã? O meu, não. E sei que não ficarei só.


O interior de Portugal desertifica-se, há muitas aldeias com metade das casas abandonadas e em ruínas, os quiosques desaparecem, o negócio dos jornais e revistas está reduzido a agentes de barba dura, que enfrentam a crise com a coragem dos bravos.

Parece que tudo se passa nas grandes cidades, mas não, o país estende-se por mais de 90 mil quilómetros quadrados e, tal como a Terra, mexe-se. Tem pessoas e tem vida. 

Record é o terceiro título de circulação nacional, mas é também – enquanto o “Correio da Manhã” não acabar por estender à totalidade do território o domínio de 90 e tal por cento do mercado que já lhe pertence – aquele que mais uniformemente é lido do Minho ao Algarve. 

Ainda há dias, através do Twitter, @ajsborges reclamava e com toda a razão: “O @Record_Portugal a chamar nelense a um tipo de Canas de Senhorim que joga no Académico de Viseu? Está mal ò @AlexandrePais!” O “tipo de Canas” é o avançado Hélder Rodrigues, de 23 anos, um verdadeiro… canense. Aqui fica a retificação!

Aliás, Canas de Senhorim é exemplo da popularidade do Record – desde a loja global do Armando, meu antigo colega de escola, que todos os dias faculta o jornal à freguesia, até ao restaurante Zé Pataco, que não há muito nos ofereceu o serviço de café que utilizamos nas reuniões do Senado Record, no Estádio Artur Agostinho. 

Hoje mesmo, por causa desta merecida referência, não será fácil, a partir da hora de almoço, encontrar o jornal à venda nas redondezas. Tal como sucedeu esta semana em Viseu, em Chaves e em Faro, com os destacáveis que dedicámos à subida dos históricos emblemas dessas cidades a fazerem esgotar o Record nas bancas.

O crescimento das edições online e a migração de leitores para as novas plataformas acabará por matar o vício do café e a compra dos jornais pela manhã? O meu, não. E sei que não ficarei só.

Canto direto, publicado na edição impressa de Record de 4 maio 2013

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