Ticha Penicheiro e Carlos Barroca: fica para a próxima!

No passado fim de semana colei os olhos ao LED para assistir, julgava eu, a mais um triunfo na carreira de Ticha Penicheiro, cuja equipa, o Algés, defrontava a da Quinta dos Lombos, na final da Taça Federação.

Fi-lo também por motivos sentimentais. As minhas filhas mais velhas frequentaram o externato do Algés e Dafundo e as suas piscinas – aí tive o privilégio de conhecer o mítico Hermano Patrone – e a Teresa jogou mesmo basquetebol nos diversos escalões do SAD.

Além disso, sou apreciador das qualidades humanas e profissionais de Carlos Barroca, atual treinador do Algés, cuja capacidade técnica e de liderança reforçava a minha confiança na “nossa” vitória.

Esqueci, com a minha idade!, a regra de ouro dos desportos coletivos: conta a equipa, não as individualidades. E as jogadoras de José Leite, com Paula Muxiri e Felicité Mendes em evidência, revelaram maior coesão e mais experiência nos decisivos momentos finais, e ganharam com toda a justiça.

Não fiquei triste, o desporto é assim. E Ticha Penicheiro e Carlos Barroca acabarão por dar ao Algés os títulos a que nos habituaram.

Passe curto, publicado na edição impressa de Record de 4 fevereiro 2011

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