Os cabotinos são agentes do inimigo

Em Hollywood, não faltam estrelas desempregadas. E não, não se trata de mais um drama nascido da pandemia, mas de um velho problema. A indústria do cinema leva muito a sério a lógica do negócio e apesar de alguma cedência ao peso dos nomes no cartaz e aos caprichos de quem paga o filme, o “casting”, que escolhe os atores com o perfil certo para os papéis, é para ser respeitado. Por cá, os estúdios das novelas cedo foram tomados por uma espécie de “padrinhos” que formaram os seus grupos... Leia o resto →

Mendes, Goucha e Fátima: peixes de águas profundas

Como espectador, tanto me diverte assistir a um bom programa como ver a deceção de alguns espevitados quando peixes de águas profundas, dados como extintos, voltam a dar sinais de vida. Aconteceu isso com “O preço certo”, da RTP1, primeiro após o fogo fátuo de Cristina com “Apanha se puderes”, da TVI, e depois com a crise pandémica que suspendeu os “diretos”. Fernando Mendes, que já recuperara antes, repete agora a proeza, regressando ao “top 10” de audiências e arrasando, no ante “prime time”, a modéstia de “O noivo é... Leia o resto →

E a TVI pariu um rato com o “Dia de Cristina”

A TVI anunciou o “Dia de Cristina” com tal estardalhaço que se criou uma onda de expetativa: que momentos inovadores em televisão iríamos ter? Decorrido o evento, logo se concluiu que a montanha pariu um rato. Durante longas horas, a apresentadora exibiu-se em conversas banais com amigos convenientes – e inconvenientes… – sempre com o espalhafato que é marca da casa. Inovação só nos cenários megalómanos e despropositados, a sugerirem ser o espaço sideral o único limite ao desígnio divino que ilumina Monte Abraão. Até o prémio das chamadas ditas... Leia o resto →

Uma estrela única na TVI

Por três semanas, Maria Botelho Moniz tomou de Manuel Luís Goucha o “Você na TV!” e terminou (?) o desafio aprovada por distinção. Com exceção de alguns “balanços” matinais do “BB”, não liderou as audiências, é certo, mas antes já não era a TVI que mandava nas manhãs. Além do mais, enfrentou, na SIC, um peso pesado da TV e uma apresentadora que vem dando excelente conta nos trabalhos que lhe destinam – e ambos beneficiando, desde a estreia de “Casa feliz”, do impulso vencedor deixado por Cristina Ferreira. O... Leia o resto →

O sonho de viver sem trabalhar

Com mais 14 mil espectadores, “A tarde é sua”, da TVI, conseguiu na terça-feira um feito raro: superiorizar-se a “Júlia”, da SIC, graças ao recurso a um golpe infalível: uma história de sexo. Fátima Lopes teve o apoio da competência de Teresa Paula Marques na condução da conversa com uma suposta vítima, no sentido moralista que os canais sempre dão aos temas escabrosos em horário “familiar”. O problema é que o guião era pantanoso. A “queixosa”, uma mulher de 27 anos – com um percurso nada exemplar no celerado “Love... Leia o resto →

Conseguirá Teresa Guilherme voltar a ter êxito no “Big Brother”?

No retorno de Jorge Jesus ao Benfica há uma dúvida que inevitavelmente se coloca: terá outra vez êxito num lugar onde já foi feliz? A mesma interrogação se poderá pôr pelo regresso de Teresa Guilherme ao “Big Brother”. O preconceito com a idade em TV é perdedor entre nós – como o provam as longas carreiras de Júlia Pinheiro, Maya ou Fátima Lopes – ao contrário da regra seguida noutros países, que mantêm profissionais com mais de 50 anos na informação mas os retiram do entretenimento, substituindo-os por rostos mais... Leia o resto →

O que interessa é a satisfação plena do cliente

Na SIC e na TVI devem pensar que descobriram a pólvora com a decisão concertada de silenciarem os comentadores que são adeptos dos clubes. Trata-se apenas de uma abertura de vagas, pois o contributo para combater a propalada “toxicidade” no futebol é quase nulo. Por um lado, está nas instituições e nos seus principais responsáveis a origem do mal. E essa não é atacável por uma comunicação social veneradora e agradecida – alguma, não toda. Ainda vimos, na final da Taça, em Coimbra, que é de dentro do campo para... Leia o resto →

Peter é morto

Cristina Ferreira terminou a aventura na SIC a mastigar de boca aberta, frente à câmara, e com o garfo e a faca espetados para cima. Ou interpretava o papel de “saloia da Malveira” que lhe deu fama ou não terá condições de representar a TVI como administradora. E também não as terá pela capacidade de gestão, uma vez que lidera uma revista exangue, que tem de imprimir 50 mil exemplares para vender 15 mil – um desastre financeiro. Já para umas abébias nas novelas devemos admitir-lhe alguma aptidão, pois vê... Leia o resto →

Cláudio Ramos: a cor é tudo

Nas noites de domingo, está no auge o combate pela liderança das audiências. A SIC garante a primeira posição graças ao sucesso de “Nazaré”, mas perde os outros lugares do pódio porque as duas partes do “Big Brother”, da TVI, batem largamente as quatro “fatias” de “Quem quer namorar com o agricultor?”, que ficam, ainda, atrás dos dois principais blocos noticiosos da estação de Paço de Arcos. Já aqui referi as fraquezas do “Agricultor” – tanto mais evidentes quanto mais se vai prolongando a pobreza das situações “amorosas” que se... Leia o resto →

Um preço certo a pagar

A pandemia obrigou a RTP a repetir exaustivamente “O preço certo” e a perder com isso o quarto lugar que o programa tantas vezes alcançava na tabela dos mais vistos – com um número de telespetadores superior a um milhão. “Quem quer namorar com o agricultor?”, da SIC, tomou então a liderança no ante “prime time”, tendo por perto o “Big Brother”, que a TVI habilmente lançou por entre os pingos da quarentena. Na semana passada, Fernando Mendes regressou finalmente com uma nova série do concurso – e com vários... Leia o resto →

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