Sabe quem é Darya Domracheva?

No Mundial de Biatlo, a decorrer na Áustria, regressou à competição a bielorussa Darya Domracheva, de 30 anos, triplacampeã olímpica de Sochi’2014. Os seus últimos meses de vida davam um filme. Em março de 2015, venceu a Taça do Mundo e tornou-se, já com quatro medalhas olímpicas e seis mundiais no currículo, e uma clara supremacia sobre as rivais, na maior referência do biatlo feminino. Mas pouco depois foi-lhe diagnosticada uma febre glandular, mononucleose, que a forçou a parar. Afastada das pistas, em abril de 2016 voltou a surpreender no... Leia o resto →

O’Sullivan, Federer, Nadal, Venus, Bjørndalen… a velharia ativa

No passado fim de semana, Ronnie O’Sullivan ganhou, aos 41 anos, o Masters de snooker de 2017, o sétimo em 12 finais desde 1995, no que se pode considerar como um regresso do ex-número 1 e pentacampeão mundial aos seus melhores tempos. Algo que ao longo dos últimos 15 dias fizeram Roger Federer, de 35 anos, e Rafael Nadal, de 30, que voltam a disputar no domingo uma final do Grand Slam, a 28.ª para o suíço, a 21.ª para o maiorquino, mais uma página para gravar a ouro na história... Leia o resto →

Bjøerndalen à conquista da 14.ª medalha olímpica

Desta foi de vez. Ole Einar Bjøerndalen ganhou a sua 13.ª medalha olímpica, a oitava de ouro, depois de participar na estafesta mista do biatlo nos Jogos de Sochi, na Rússia. Recebeu o testemunho para o terceiro percurso, da jovem Tiril Eckhoff (23 anos), com dois segundos de atraso em relação à República Checa, e 7,5 km depois – e zero tiros falhados em dez – passou-o a Emil Svendsen, com 43 segundos de avanço! Bjøerndalen, que já era o mais velho atleta (40 anos) a conquistar o ouro olímpico... Leia o resto →

Reflexões de inverno – 3

1. O autor luso-moçambicano Rui Vilhena foi bem sucedido em Portugal, a trabalhar para a TVI e para a RTP, mas já está no Brasil a escrever uma telenovela, dados os condicionalismos do mercado nacional, como se dá conta nesta edição da SÁBADO. Problema semelhante é o de Fernando Tordo, que aos 65 anos prepara as malas para rumar ao país-irmão a fim de poder continuar a ganhar a vida. Diz que por cá não existe “recompensa” para a produção inteletual, uma tristíssima realidade. Mas não são só os artistas os... Leia o resto →

Ole Einar Bjørndalen

Quando Lance Armstrong reconheceu ter ganho sete Voltas a França em bicicleta dopado, senti a maior desilusão da minha vida de desportista e adepto do desporto. O ciclista norte-americano voltaria ao local do crime, aos 38 anos, já depois de se ter retirado uma vez, para uma oitava tentativa que terminou com um mesmo assim extraordinário terceiro lugar individual e primeiro por equipas. Terá recorrido de novo às drogas? Calculo que quanto mais passam os anos maior será a tentação da batota, embora eu tenha visto portugueses limpos, como Venceslau Fernandes, vencer a Volta... Leia o resto →

 
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