Ai se fosse no tempo da Maria Cachucha!

Não vou participar no concurso de tiro ao Lage. Elogiei-o aqui tantas vezes que me sinto apenas triste pela infeliz frase com que sugeriu haver jornalistas que querem pôr outro treinador no seu lugar. Ao técnico benfiquista, que criou uma nova e muito positiva relação com a comunicação social, fugiu-lhe o pé para o chinelo a partir da altura em que deixou de ser considerado o mago que faz os milagres acontecerem. É uma reação errada, mas compreensível face às circunstâncias, pelo que prefiro encará-la unicamente como um mau momento... Leia o resto →

Ao leão em baixo tudo lhe acontece

Chegou, enfim, o primeiro jogo do Sporting da época pós-Bruno Fernandes e a oportunidade para começarmos a descobrir se o novo jogador do MU era, de facto, “meia equipa” do Sporting ou, ao contrário, uma espécie de eucalipto que exauria todo o terreno ao redor, não permitindo o crescimento de talentos ocultos. Persiste a dúvida: pode ser que esse talento exista mas o problema está no tempo, que não corre a favor de Silas, do dr. Varandas e do Sporting. Na Pedreira, vimos uma equipa digna e esforçada, mas sem... Leia o resto →

Uma pancada valente e uma trama do diabo

Vou tratar hoje de um evento importante com uma semana de atraso. Na altura em que escrevi a crónica de há oito dias, não tinha condições de me referir, como desejava, ao brutal duelo que opôs Roger Federer a Novak Djokovic, na final de Wimbledon, o mais conceituado torneio de ténis do Planeta. E tudo porque Federer me causou uma das maiores deceções da minha vida de espectador. Estou habituado a ver perder aqueles de quem gosto, afinal são longos anos de estrada – e muitas idas ao Restelo… –... Leia o resto →

 
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