O almoço do ouro velho e o capitão que é afinal almirante…

Pois é, a malta que jogou voleibol no Clube Nacional de Ginástica, da Parede, nas épocas de 1963/64 e 1964/65, reformada mas jamais cansada, resolveu tocar a reunir para um almoço marcado para amanhã, sábado 28, pelas 13 e 30, no restaurante Pérola, da praia de Carcavelos. O “capitão” Manuel Pires (o terceiro a contar da direita, na foto), hoje almirante Ferreira Pires, assumiu o comando da nau – a geração “ouro velho” – e fez a convocatória: Manuel Pires, Dário Gaiola, Ilídio Costa, Pedro Alexandre, José Lima, José Augusto, Victor Pimpão,... Leia o resto →

Uma página com o Artur e muita história

Esta página da edição da revista “Flama” de 14 de junho de 1963 (capa mais abaixo) tem um grande significado para mim. Ora vejamos: 1. Assinala o primeiro dia de Artur Agostinho como diretor de Record, 1 de junho de 1963, o início de um trabalho de crescimento do jornal que me permitiria vir a ocupar o seu lugar… 40 anos depois. 2. Mostra o gigante desaparecido, na foto de cima, com os jornalistas Nuno Mota, que foi meu treinador de voleibol no Belenenses, em 1966, e Luís Rodrigues, que... Leia o resto →

Teatro-Oficina, um sonho que se frustrou

Em Janeiro de 1968, o ator Paulo Renato, com o apoio de Amélia Rey-Colaço, tentou erguer um teatro-oficina, nas instalações do Grupo Dramático e Escolar “Os Combatentes”, na Rua do Possolo, em Lisboa. Inscreveram-se duas dezenas de candidatos (como se vê nos recortes das reportagens do “Diário Popular” e do “Diário de Notícias”), entre os quais myself – sou o primeiro da esquerda na primeira foto, ao lado de Luísa Salgueiro, Linda Bringel e Leonor Poeira, e aquele rapaz mais alto, ao centro, atrás de Amélia Rey-Colaço, na segunda foto... Leia o resto →

Dossier has been: fotos com uma pequena história (continua)

Passaram quase oito anos sobre o momento em que esta foto foi tirada, em janeiro de 2003. Se repararem bem, à janela do último andar da pequena “torre” do histórico edifíco do “Diário de Notícias”, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, há um careca que acena. O diário “24horas” entrava no seu período áureo e eu despedia-me para rumar ao Record. Entretanto, o Mundo girou…

Dossier has been – a fantástica redação do DL

Em 1966, há 44 anos, o “Diário de Lisboa” dava “à estampa” um suplemento comemorativo do seu 45.º aniversário. E nele se publicava, entre outros conteúdos de que falarei mais à frente, uma fotografia do seu quadro redatorial, 29 jornalistas… de fato e gravata. E sete deles doutores! As diferenças para as redações de hoje – em que o abandalhamento do visual dos jornalistas consegue não ser a nota mais chocante – são abissais, já que não conheço equipa que reúna hoje, mesmo as que dispõem de mais de uma centena de jornalistas, tantos e... Leia o resto →

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