Os golos do Pais e os comentários de Fernando Esteves e Luís Rosa Mendes

Isto hoje é pessoal. Fui pela primeira vez jornalista aos dez anos. Não por vocação pelo jornalismo; por devoção ao Benfica. Entre os verões de 1983 e 84, escrevi um semanário pessoal do campeonato. Todas as segundas-feiras, deitado no chão do quarto, em Viseu, escrevia a ficha e descrevia o jogo. Não eram fotografias secas, eram pinturas vivas. Cada golo do Nené era o nascimento de um planeta, uma cabeçada do Stromberg era um mar arrebatador, um remate do Filipovic era a sublimação da humanidade; as defesas do Bento eram... Leia o resto →