Hoje é Sábado: Ídolos com pés de barro

Quando iniciei o meu percurso jornalístico, a imprensa portuguesa apostava bastante na crítica: de cinema, teatro, música, dança, literatura e televisão, especialmente de televisão, um fenómeno emergente. Ainda por cima, só havia RTP e alguns programas medíocres, de vesgo cariz político e monopartidário, de maneira que a malta das esquerdas – que eram muitas e se odiavam fraternalmente – malhava neles a torto, a direito e tanto quanto a Censura deixava. Como criticar estava na moda, verdadeiros especialistas como Mário Castrim, Lauro António, Carlos Porto, Nuno Barreiros, Maria Helena Dá... Leia o resto →