Dossier has been – Benfica, 5 – R. Madrid, 1 – e o Vale dos Caídos de que Dias Ferreira se foi lembrar

  Dias Ferreira respondeu ontem ao meu Passe curto, “Porque escrevem eles no Record”, com o texto abaixo reproduzido, já publicado nas edições impressa e online, e que me merece o comentário que segue. Estou genericamente de acordo com o que Dias Ferreira escreveu, embora, a exemplo dele, “muitas vezes não concorde com certos artigos” que assina, ou opiniões que emite noutros media, hoje ou no passado, antes também, portanto, de ter sido convidado a escrever no Record, em nome da pluralidade de opiniões que marcará o jornal enquanto tiver a... Leia o resto →

Porque escrevem eles no RECORD

Fui ontem abordado por um leitor que me perguntou, indignado, como podem escrever no jornal os colunistas Dias Ferreira e Rui Santos, que nos seus espaços televisivos criticam Record, tendo voltado a fazê-lo, no início da semana, a propósito da manchete “É Carvalhal ninguém leva a mal”. E explicou: “Se eu discordasse assim tanto das opções editoriais de um jornal, nem uma linha lá assinava”. Este leitor é um defensor clássico do velho conceito “quem não está por nós está contra nós”, algo que sempre rejeitei. Os colunistas de Record são-no porque foram convidados... Leia o resto →

http://twitter.com/AlexandrePais (13)

Mas o Paulo Rangel não tinha sublinhado há três meses o seu compromisso com os eleitores de cumprir o mandato de eurodeputado? Quem serão o Barbas, o Gordo e o Shrek saídos da fértil imaginação carvalhesca? Treinar o homem não sabe, mas em ficção e palavrões é barra. …É que se o Barbas é Dias Ferreira, então temos o funcionário a criticar o presidente da AG do Sporting… É lindo! …E se o Gordo é Eduardo Barroso e o Shrek é Rui Oliveira Costa, temos o funcionário a tentar ridicularizar... Leia o resto →

Fruta do tempo

Gostaria de meter a colherada na história das agressões, ou empurrões, entre Carlos Queiroz e Jorge Baptista, apenas para dizer três coisas: 1. Lamento que o selecionador nacional aceite resolver as suas divergências com outras pessoas à pancada, ainda que se saiba que as provocações existem (o que parece não ter acontecido neste caso) e um homem não é de ferro. 2. Conheço bem Jorge Baptista, com quem trabalhei, admiro o seu desassombro e sei que coragem física não lhe falta. Vi-o enfrentar situações difíceis, sem se esconder, nem se... Leia o resto →

 
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