O fado Hilário

Começou na Naval e chegou ao FC Porto, sendo considerado por muitos “o guarda-redes do futuro”. Mas essa foi a promessa sempre adiada de Hilário, até 2006, quando José Mourinho o foi buscar, já com 30 anos, para terceiro guarda-redes do Chelsea – suplente de Petr Cech e de Cudicini – uma espécie de reforma dourada, ou melhor, pré-reforma, já que reforma dourada, mesmo, é a do colega Silvino, hoje treinador de guarda-redes do Inter, sempre atrás do “Special”. Ao longo dos últimos anos, Hilário foi aproveitando as lesões dos seus cotados... Leia o resto →

Fruta do tempo

Gostaria de meter a colherada na história das agressões, ou empurrões, entre Carlos Queiroz e Jorge Baptista, apenas para dizer três coisas: 1. Lamento que o selecionador nacional aceite resolver as suas divergências com outras pessoas à pancada, ainda que se saiba que as provocações existem (o que parece não ter acontecido neste caso) e um homem não é de ferro. 2. Conheço bem Jorge Baptista, com quem trabalhei, admiro o seu desassombro e sei que coragem física não lhe falta. Vi-o enfrentar situações difíceis, sem se esconder, nem se... Leia o resto →

Entrevista nos 60 anos de Record (Parte 2)

RECORD – Como caracteriza a evolução do produto Record? Reconhece a existência de um período sensacionalista, outro da fase de profissionalização dos quadros e outro mais recente de procura de novos caminhos, nomeadamente de abertura a novas áreas de noticiabilidade, como sejam os temas generalistas?ALEXANDRE PAIS – Tenho alguma dificuldade em analisar as anteriores fases do Record, que não acompanhei com atenção, já que o “meu” jornal era outro. Não conheci, portanto, o “período sensacionalista” e o da profissionalização dos quadros, que julgo até estar ainda em curso. Quanto ao... Leia o resto →

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