Caso Queiroz confirma: somos os palhaços da Europa

Prossegue a tentativa de linchamento de Carlos Queiroz, não por causa da dececionante campanha da Seleção no Mundial ou dos múltiplos casos – verdadeiros ou forjados, necessários ou criados inutilmente pelo próprio – que o selecionador protagonizou, mas por ter usado um palavreado insultuoso para com uma autoridade antidopagem. Não deixa de ser curioso verificar tanto alarido em torno dessa pretensa ofensa, num país onde se fala porcamente por todo o lado, como Pinto da Costa fez questão de exemplificar numa roda de jornalistas embevecidos com o seu sentido de... Leia o resto →

Queiroz, o antivampiro

Um dia chegou-me aqui ao Record uma “inspeção de trabalho”, exibindo uma postura de arrogância e maus modos que se julgava definitivamente banida da sociedade portuguesa. E ainda há pouco tempo fomos visitados por uma brigada da ASAE (!) por causa de um problema de publicidade que nos ultrapassava. Foram corretos mas estavam nervosos e exigiram ser imediatamente atendidos, como se toda a gente estivesse por conta deles. Quem viaja para fora da União Europeia tem, no regresso a casa, o exemplo acabado das caraterísticas antissociais desta gente em alguns... Leia o resto →

Queiroz deve estar a rir-se

O Mundial entrou, para nós portugueses, numa espécie de limbo, seguimos a prova com algum interesse mas não nos entusiasmamos por aí além. Ainda por cima, agora, com a Espanha na final, voltamos a ter que pensar um pouco de que lado estamos, divididos entre o atrevimento dos artistas holandeses e a quase irritante competência dos nossos vizinhos, fanáticos da circulação de bola e do controlo do jogo, e crentes no golo salvador que tanto pode sair de uma antecipação de El Niño para a história, como da recorrente veia... Leia o resto →

Com os olhos (e com Queiroz) no Europeu de 2012

Tenho o maior respeito pelas opções de Carlos Queiroz, admiro o trabalho de reconstrução da “casa das seleções” a que meteu ombros, a organização que tem procurado impor e o sentido profissional de que se tem revestido a sua ação. Trata-se de um técnico maduro e competente, e também nesta altura, sem dúvida, o melhor selecionador que a Federação Portuguesa de Futebol poderia escolher. Conto, por isso, com a sua capacidade para levar a Seleção Nacional ao Europeu de 2012 e acredito que pode conduzi-la ao êxito nessa participação. Acontece... Leia o resto →

Jogámos com 9 contra 11

O futebol é um jogo de equipa e estou de acordo com Daniel Oliveira: Carlos Queiroz construiu uma equipa. Ainda por cima, apanhou com os cacos que restaram da gestão de Scolari, pelo que fez o seu trabalho. Mas o futebol é também um jogo de 11 contra 11 e aí Queiroz cometeu o seu pecado mortal quando ontem escalou apenas nove jogadores para defrontar os 11 espanhóis. Como irá ele agora explicar aos portugueses – já de costas voltadas para o futebol e mais preocupados com o aumento de... Leia o resto →

Sem Nani, ficamos nas mãos (ou nos pés) dos “polivalentes”

O afastamento forçado de Nani é, para além de enorme infortúnio para um jogador de top que perde a “grande montra”, um rude golpe para a Seleção Nacional. Já não tínhamos Bosingwa, titular indiscutível da defesa e um dos melhores laterais do Planeta, e ficámos desta vez sem um dos grandes extremos do futebol mundial. Dois jogadores deste nível num onze significam menos 20 por cento de eficácia, o que num plantel “curto” como o português é uma desvantagem significativa. Aliás, a opção de Carlos Queiroz de chamar mais um todo-o-terreno, Ruben Amorim, em vez de um suplente... Leia o resto →

O objetivo é chegar ao Mundial e ganhar

Mal estaríamos se a Seleção tivesse repetido ontem a frouxa exibição que rubricou diante de Cabo Verde. Não, já se viu melhor condição física, mais velocidade, outro empenho, uma atitude profissional e algumas jogadas a prometerem a boa forma para breve. Detesto comparações com o passado. Se as circunstâncias nunca são idênticas e as peripécias das partidas jamais se repetem, os paralelismos são fúteis. Referir hoje como eram maravilhosos os vice-campeões europeus de 2004 é quase tão inútil como tecer loas aos magriços de 1966. Ai se ainda tivéssemos o... Leia o resto →

A depressão nacional viajará com a Seleção?

  O orgulho pela Bandeira e a vibração com o Hino parecem hoje demasiado distantes Sou dos céticos que não aposta 1 euro numa grande campanha da Seleção no próximo Mundial. E como precisávamos! Nós, a comunicação social, o futebol português e, desta feita, muito particularmente este pobre país amargurado. Calma, não comece já o leitor a pensar que estou contra Carlos Queiroz ou contra os seus 24 escolhidos. Nada disso. Defendi o selecionador desde o início, não vejo sequer que pudesse nesta fase ser outro, e os seus convocados... Leia o resto →

Uma convocatória que não pode agradar a todos

Como sempre acontece, as escolhas do selecionador nacional não recolhem o aplauso generalizado. Desde logo, da crítica especializada, com cada analista a tentar demonstrar a profundidade da sua sapiência. Depois, também dos adeptos, com os do Benfica à cabeça por causa do seu único “representante”, Fábio Coentrão, o “Figo de Caxinas”. Para os campeões, as ausências de Quim, Carlos Martins e Rúben Amorim, para já nem falar de Nuno Gomes – “queimado” em casa – são incompreensíveis, e Jorge Jesus não perdeu tempo a puxar pelos novos galões e “saltou”... Leia o resto →

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