Crónicas da Sábado: Carlos Castro, o ingénuo egocêntrico

Fiz em 1987, para a revista Élan, aquela que deve ter sido a maior entrevista que Carlos Castro deu em 35 anos de actividade como cronista social. Trabalhei depois com ele, até 2003, com alguns interregnos e muitas divergências. Nunca mais o encontrei. Já não precisávamos um do outro, utilizámo-nos em simultâneo: o Carlos para receber a sua retribuição, eu para vender mais papel. A nossa conversa de horas, reproduzida em 75 mil caracteres e em nove páginas, resultou num exercício, então raro, em que perguntador e perguntado falaram de... Leia o resto →