RTP: seis décadas de aventura e pioneirismo

Com uma produção modesta e a participação especial de um presidente com escassa capacidade de comunicação – ai aquelas mãos esvoaçantes! – a RTP assinalou os seus 60 anos transmitindo um clássico: o Festival da Canção. Estando já tudo dito sobre a efeméride, dedico estas linhas aos cabouqueiros da estação, hoje quase só recordados, ao acaso, na RTP Memória ou, a sério, no Inesquecível do enorme e eterno Júlio Isidro. Recordo a minha irritação de anos, antes da chegada dos canais privados, com o peito inchado de alguns pavões da... Leia o resto →

O dia em que José Augusto foi presente de aniversário

“Um homem de força e inteligência extraordinárias pode não ser mais do que um zero se não souber falar” – William Channing, pregador norte-americano, 1780-1842 Aproveito esta edição do 12.º aniversário da SÁBADO – e também meu a escrever aqui, ai, ai… – para recordar os 60 anos do Record, cumpridos em 2009, e o almoço então promovido pela Cofina. Dois mitos, Artur Agostinho, ex-director do jornal, e o magriço e bicampeão europeu de clubes, José Augusto – que recebeu na ocasião o Record de Ouro – foram os convidados... Leia o resto →

Artur Agostinho voltou a casa há 10 anos

Foi um evento que se tornou referência na minha vida e que aconteceu há precisamente uma década, quando eu e o António Magalhães, actual director do Record, convidámos para almoçar – no Gambrinus, em Lisboa – uma lenda da comunicação: Artur Agostinho. Ele participava numa série de TV, escrevera um livro e dava palestras nas escolas. Voltara aos seus grandes momentos mas faltava-lhe uma reparação insubstituível, a do regresso ao Record, que dirigiu de 1963 até 1974, até ter sido expulso pela mentira e pela inveja. O Artur passou então a... Leia o resto →

Uma página com o Artur e muita história

Esta página da edição da revista “Flama” de 14 de junho de 1963 (capa mais abaixo) tem um grande significado para mim. Ora vejamos: 1. Assinala o primeiro dia de Artur Agostinho como diretor de Record, 1 de junho de 1963, o início de um trabalho de crescimento do jornal que me permitiria vir a ocupar o seu lugar… 40 anos depois. 2. Mostra o gigante desaparecido, na foto de cima, com os jornalistas Nuno Mota, que foi meu treinador de voleibol no Belenenses, em 1966, e Luís Rodrigues, que... Leia o resto →

Associação de Adeptos Sportinguistas: até sempre, Artur Agostinho

A família sportinguista acordou hoje mais pobre com a notícia da partida do maior porta-voz dos valores do Sporting Clube de Portugal, Artur Agostinho. A voz de Artur Agostinho encontra-se associada a muitos momentos de glória da história do Sporting Clube de Portugal, e ficará para sempre ligada à épica caminhada que culminou com a conquista da Taça dos Vencedores de Taças em 1964. Figura incontornável do jornalismo nacional e um dos mais emblemáticos sportinguistas de todos os tempos, a Associação de Adeptos Sportinguistas presta assim a sua homenagem ao... Leia o resto →

Quatro perguntas do CM sobre Artur Agostinho

1 – Que recordação guarda de Artur Agostinho? – A melhor entre as melhores. Conheci-o nos anos 60, quando trabalhei na Emissora Nacional, e reencontrei-o em 2005, no almoço em que o convidei para voltar a escrever no Record. 2 – Que marca deixou no ‘Record’? – Uma marca inapagável, eterna. Pelo que realizou, pela injustiça da sua demissão, pela felicidade do seu retorno, pelo patrocínio do Prémio Record Artur Agostinho, que entregamos anualmente ao Desportista do Ano. Ainda em Dezembro último o Artur esteve em Madrid, a entregar o troféu... Leia o resto →

Adeus Artur, por Mendonça Ferreira

Querido Amigo, eras o diretor do Record quando lá cheguei, em 1964, e não sei se hoje ainda há no jornal alguém desse tempo. Foste sempre um grande amigo e um grande diretor. Lembro as reportagens que fizemos no estrangeiro, com o já falecido António Capela. Foram dias bons. Depois saíste do Record e foram os nossos almoços na Velha Guarda, no Machado e, curiosamente, como fazias anos em Dezembro e eu em Setembro (também vou fazer 90!), dizias: eu vou à frente. Infelizmente, assim foi, partiste, deixaste-nos. Querido Amigo,... Leia o resto →

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