Colunista do "Record" e do "Correio da Manhã", anarco-individualista e adepto do Belenenses e do Real Madrid, Alexandre Pais foi diretor do "24horas", de 2001 a 2003, e do "Record", de 2003 a 2013, tendo iniciado o seu percurso jornalístico no "Mundo Desportivo", em 1964.

Record e Benfica retomam relações

Record e Benfica enterram hoje um “machado de guerra”, inútil e incompreensível, que a ambos prejudicava, particularmente em tempos em que sobram prejuízos.

O Benfica aceitou retirar os processos judiciais que instaurara ao nosso jornal e nós fizemos o que nos competia: pedimos desculpa por termos publicado, embora de boa fé, notícias cujos factos subjacentes não tinham fundamento. 

Desde que cheguei aqui, nunca mais este jornal deixou de reconhecer os seus erros e de assumir as suas responsabilidades. Voltou a acontecer agora, com um incentivo relevante: o Benfica deu igualmente o passo que só a ele caberia, numa demonstração de “fair play” e de grandeza.

Assim, tudo recomeça hoje na nossa relação de mais de seis décadas. E permanecendo embora a ameaça do que conjunturalmente nos separará, reforça-se também muito daquilo que nos une – que é o que conta.

Passe curto, publicado na edição impressa de Record de 15 novembro 2012

R ecord e Benfica enterram hoje um machado de guerra, inútil e incompreensível, que a ambos prejudicava, particularmente em tempos em que sobram prejuízos.
O Benfica aceitou retirar os processos judiciais que instaurara ao nosso jornal e nós fizemos o que nos competia: pedimos desculpa (ver texto abaixo) por termos publicado, embora de boa fé, notícias cujos factos subjacentes não tinham fundamento. 
Desde que cheguei aqui, nunca mais este jornal deixou de reconhecer os seus erros e de assumir as suas responsabilidades. Voltou a acontecer agora, com um incentivo relevante: o Benfica deu igualmente o passo que só a ele caberia, numa demonstração de “fair play” e de grandeza.
Assim, tudo recomeça hoje na nossa relação de mais de seis décadas. E permanecendo embora a ameaça do que conjunturalmente nos separará, reforça-se também muito daquilo que nos une – que é o que conta.