Colunista do "Record" e do "Correio da Manhã", anarco-individualista e adepto do Belenenses e do Real Madrid, Alexandre Pais foi diretor do "24horas", de 2001 a 2003, e do "Record", de 2003 a 2013, tendo iniciado o seu percurso jornalístico no "Mundo Desportivo", em 1964.

Record continua a ter mais leitores que “A Bola”

De acordo com a 3.ª e última vaga de 2011 do Bareme da Marktest, ontem divulgada, os três títulos portugueses especializados em desporto perderam 76 mil dos 2.217.000 leitores que tinham no final de 2010, o equivalente a uma percentagem de 3,4.
Desses 76 mil leitores, “A Bola” foi o diário que caiu mais, 37 mil, “O Jogo” teve também uma quebra significativa, de 35 mil, registando Record apenas menos 4 mil leitores do que há um ano.

Com 9,9% de audiência e 824 mil leitores, o nosso jornal solidificou a sua terceira posição entre os 13 títulos de circulação nacional paga – ou 15, se tivermos igualmente em conta o “Jornal de Negócios” (239 mil) e o “Diário Económico” (267 mil), que cresceram ambos. À nossa frente (ver infografia abaixo), só o “Correio da Manhã”, que tem mais 27 mil leitores que em 2010 e o “JN”, que perdeu 5 mil desde essa altura.

Record fica, assim, pelo terceiro ano consecutivo, à frente do seu principal concorrente, “A Bola”, que ao longo dos 10 anos anteriores alternou com o nosso jornal a liderança da imprensa desportiva. Como curiosidade, recorde-se que na última vaga de 2000 o primeiro lugar pertenceu a “A Bola”, com 674 mil leitores – “contra” os 660 mil de Record – “vingando”, desse modo, a derrota sofrida um ano antes, quando fomos pela primeira vez líderes, sobrepondo os nossos 655 mil leitores desse final de 1999 aos 632 mil de então do jornal da Travessa da Queimada.

O derradeiro Bareme de 2011 trouxe uma outra liderança a Record, que recuperou ao “Correio da Manhã” o cetro de título nacional com mais leitores do sexo masculino (ver info), 9 mil acima do “CM” e 57 mil  de “A Bola”. Lideramos também na Grande Lisboa, no Litoral Norte, onde estamos até à frente de “O Jogo”, e no Sul. E ainda em todos os escalões etários, dos 18 aos… 64 anos. Obrigado, leitores, contem connosco!