Real e Barça são sombras das grandes equipas que foram

 

As meias-finais da Champions encarregaram-se de demonstrar que as duas equipas que já foram consideradas as melhores do Mundo, ambas goleadas pelos dois mais poderosos bombardeiros alemães, estão longe da fama de outrora. 
Barcelona e Real Madrid revelaram nos jogos do último fim de semana que se transformaram em simples sombras de si próprios. Como se os grandes jogadores de que dispõem tivessem hoje deixado de o ser.
Os catalães, não fora uma vez mais o génio de Messi – o golo de livre, logo após a sua entrada em campo, diria tudo se tudo não estivesse já dito – teriam sentido muitas dificuldades em levar de vencida, e em Camp Nou, um Bétis que por duas vezes marcou e se adiantou no marcador.
Já os madridistas dependeram de novo da estrela provável, da única que, mesmo perdida a forma, se entrega sempre ao jogo e carrega a equipa às costas. Sem os seus golos de cabeça, o Real teria soçobrado perante o modesto Valhadolid, que foi ao Bernabéu marcar por três ocasiões.
No futebol, como na vida, tudo é efémero. A glória, então, vai-se depressa.


As meias-finais da Champions encarregaram-se de demonstrar que as duas equipas que já foram consideradas as melhores do Mundo, ambas goleadas pelos dois mais poderosos bombardeiros alemães, estão longe da fama de outrora. 

Barcelona e Real Madrid revelaram nos jogos do último fim de semana que se transformaram em simples sombras de si próprios. Como se os grandes jogadores de que dispõem tivessem hoje deixado de o ser.

Os catalães, não fora uma vez mais o génio de Messi – o golo de livre, logo após a sua entrada em campo, diria tudo se tudo não estivesse já dito – teriam sentido muitas dificuldades em levar de vencida, e em Camp Nou, um Bétis que por duas vezes marcou e se adiantou no marcador.

Já os madridistas dependeram de novo da estrela provável, da única que, mesmo perdida a forma, se entrega sempre ao jogo e carrega a equipa às costas. Sem os seus golos de cabeça, o Real teria soçobrado perante o modesto Valhadolid, que foi ao Bernabéu marcar por três ocasiões.

No futebol, como na vida, tudo é efémero. A glória, então, vai-se depressa.

Passe curto, publicado na edição impressa de Record de 7 maio 2013

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