Colunista do "Record" e do "Correio da Manhã", anarco-individualista e adepto do Belenenses e do Real Madrid, Alexandre Pais foi diretor do "24horas", de 2001 a 2003, e do "Record", de 2003 a 2013, tendo iniciado o seu percurso jornalístico no "Mundo Desportivo", em 1964.

Pratique otimismo!

Na página 41 desta edição, prosseguimos com a discreta divulgação de um movimento que Record patrocina e que incita à prática da modalidade que mais vem evidenciando sinais de desaparecimento na sociedade portuguesa: o otimismo.

Apoiaremos igualmente eventos de diversa natureza, alguns já em curso, e que pretendem contribuir para a recuperação dos níveis de auto-estima e de esperança no futuro que nos permitam seguir em frente.

Perguntarão alguns leitores: o que levará um diário especializado em desporto a alargar também a sua influência a áreas que aparentemente não domina? A resposta é simples: a mesma razão que nos leva à obrigação de preservar o Planeta e o ar que respiramos.

Como jornal cuja leitura se encontra enraízada nos hábitos diários de 800 mil portugueses, temos o dever de nos interessar por tudo o que possa contribuir para melhoria da qualidade de vida da sociedade a que pertencemos. 

Leitor, não desespere. E acredite, como nós, que o pensamento positivo faz parte do plano global de fuga à desgraçada situação em que nos encontramos. O sol, que hoje se põe, nasce amanhã outra vez.

Passe curto, a publicar na edição impressa de Record de 27 abril 2012

Na página 41 desta edição, prosseguimos com a discreta divulgação de um movimento que Record patrocina e que incita à prática da modalidade que mais vem evidenciando sinais de desaparecimento na sociedade portuguesa: o otimismo.
Apoiaremos igualmente eventos de diversa natureza, alguns já em curso, e que pretendem contribuir para a recuperação dos níveis de auto-estima e de esperança no futuro que nos permitam seguir em frente.
Perguntarão alguns leitores: o que levará um diário especializado em desporto a alargar também a sua influência a áreas que aparentemente não domina? A resposta é simples: a mesma razão que nos leva à obrigação de preservar o ar que respiramos.
Como jornal cuja leitura se encontra enraízada nos hábitos diários de 800 mil portugueses, temos o dever de nos interessar por tudo o que possa contribuir para melhoria da qualidade de vida da sociedade a que pertencemos. 
Leitor, não desespere. E acredite, como nós, que o pensamento positivo faz parte do plano global de fuga à desgraçada situação em que nos encontramos. O sol, que hoje se põe, nasce amanhã outra vez.