O sonho de João Lagos, o empresário que o país não merece

Começou com o flagelo do vento, terminou com a intromissão da chuva. Antes, tinha havido o contratempo de algumas lesões, que provocaram ausências de vulto. Durante, deu-se o afastamento de Federer, que podia ter tirado impacto à final se Gil não se tivesse superado e perseguisse o sonho até ao correr do pano.

Feitas as contas, nada retirou brilho ao Estoril Open de 2010 e João Lagos está de novo de parabéns. Afinal, o empresário, com esta e outras iniciativas, tem feito mais pelo desporto português do que as dúzias de governantes que o tutelaram nos últimos 40 anos.

Talvez seja por isso, por uma simples questão de ciúme, que um torneio deste nível mereça tão pouca atenção de um poder que só se preocupa com autoestradas. Haja esperança: nada é eterno.

Passing short, publicado na edição impressa de Record de 10 maio 2010

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