O estado a que chegou a sanidade mental em Portugal

Um leitor devidamente identificado, ou indevidamente identificado, já que não sabemos se o nome e a morada que nos enviou são verdadeiros, deu-se ao trabalho de produzir as magníficas obras plásticas que tenho o gosto de publicar.

Para além de um sentido estético apurado, nota-se nestas montagens um humor fino e contundente. Mais: existe um fio condutor, uma linha de pensamento em que a lógica e a irracionalidade se misturam em doses certas ou, melhor dito, tão certas que ninguém entende coisa alguma.

De qualquer forma, parabéns ao autor e votos de boas melhoras – se ainda vierem a tempo.

 

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