De volta ao Gigi antes da eternidade

Pode ter sido a última vez, nunca se sabe. O certo é que foi com súbita pressa que regressei à praia da Quinta do Lago para rever o restaurante de um ícone dos chefs e referência incontornável do beautiful people. “Olha o eterno Alexandre Pais!”, saudou-me o Gigi, tentando convencer-me, generosamente mas sem êxito, que a imortalidade é permeável no direito de admissão ao clube.

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Gigi com a mulher, Leonor, no Porteiro da Noite da Élan, em 1987

Não me alongarei sobre o perfil de Bernardo Reino, de 65 anos, mais conhecido por Gigi e que, há uma década, deu à SÁBADO uma entrevista de vida em que abriu o livro de um bem sucedido percurso. Direi apenas que o seu templo do peixe continua único, na qualidade, na decoração, na música e na presença forte do proprietário. E a ostentar, à entrada, o letreiro de casa cheia para os que não fizeram marcação.

Agora que o Verão findou e o Gigi se prepara para viajar – o que faz entre Novembro e Março, quando corre os taipais do restaurante – aqui deixo, depois de ter pago gostosamente a conta e num breve passeio pela memória, a admiração por uma das figuras mais extraordinárias da minha incursão profissional pela área do social.

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Gigi com o escriba, há dias, no seu restaurante da Quinta do Lago

Gigi13Parece que foi ontem, Sábado, 22SET16

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