Cuidado com os marginais na Polónia

Varsóvia é uma das mais bonitas cidades que tive o privilégio de percorrer e os polacos um dos povos mais simpáticos que encontrei.

As claques do Legia que recentemente estiveram em Lisboa, para assistir à partida de Alvalade ou simplesmente para espalhar a confusão, são ramos de outra árvore, não propriamente polaca mas global, já que pertencem a uma verdadeira Internacional da Agitação e da Violência, composta por bandidos que nada temem e ninguém respeitam.

A forma brutal como alguns marginais polacos agrediram um dos seus próprios comparsas, que teve a ousadia de adquirir um cachecol do Sporting para recordação, diz bem dos cobardes e dos energúmenos que são.

Não me admirará que amanhã faltem muitos adeptos portugueses com as suas bandeiras a apoiar a Seleção, já que aqueles que o fizerem correrão sérios riscos. Não há jogo de futebol que valha uma vida perdida, pelo que todo o ciudado com aquela gentinha pode ser pouco.

Passe curto, publicado na edição impressa de Record de 28 fevereiro 2012

Varsóvia é uma das mais bonitas cidades que tive o privilégio de percorrer e os polacos um dos povos mais simpáticos que encontrei.
As claques do Legia que recentemente estiveram em Lisboa, para assistir à partida de Alvalade ou simplesmente para espalhar a confusão, são ramos de outra árvore, não propriamente polaca mas global, já que pertencem a uma verdadeira Internacional da Agitação e da Violência, composta por bandidos que nada temem e ninguém respeitam.
A forma brutal como alguns marginais polacos agrediram um dos seus próprios comparsas, que teve a ousadia de adquirir um cachecol do Sporting para recordação, diz bem dos cobardes e dos energúmenos que são.
Não me admirará que amanhã faltem muitos adeptos portugueses com as suas bandeiras a apoiar a Seleção, já que aqueles que o fizerem correrão sérios riscos. Não há jogo de futebol que valha uma vida perdida, pelo que todo o ciudado com aquela gentinha pode ser pouc

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