Chegou a hora de mostrar o que valemos

Há muito tempo que Portugal não chegava a uma grande competição internacional de futebol com as expetativas tão em baixo.

Alguns jornalistas, incluindo eu próprio, não se têm poupado a críticas, umas mais dirigidas ao rendimento da Seleção, outras às festarolas em que o “grupo de trabalho” participava quando se supunha estar concentrado no que realmente interessa: fazer boa figura no Euro.

Creio que andámos bem, pois baixámos ainda mais a fasquia, pelo que tudo quanto venha a acontecer agora só pode ser melhor do que se esperaria. E como não creio que os jogadores portugueses tenham sangue de barata, não alinho no pessimismo generalizado – chegou a hora de trabalhar e a nossa gente vai mostrar o que vale.

Passe global, publicado na edição impressa de Record de 8 junho 2012

Há muito tempo que Portugal não chegava a uma grande competição internacional de futebol com as expetativas tão em baixo. Alguns jornalistas, incluindo eu próprio, não se têm poupado a críticas, umas mais dirigidas ao rendimento da Seleção, outras às festarolas em que o “grupo de trabalho” participava quando se supunha estar concentrado no que realmente interessa: fazer boa figura no Euro.
Creio que andámos bem, pois baixámos ainda mais a fasquia, pelo que tudo quanto venha a acontecer agora só pode ser melhor do que se esperaria. E como não creio que os jogadores portugueses tenham sangue de barata, não alinho no pessimismo generalizado – chegou a hora de trabalhar e a nossa gente vai mostrar o que vale.

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