A mais importante das coisas menos importantes da vida

7713.1340314313_5F00_extras_5F00_mosaico_5F00_noticia_5F00_1_5F00_g_5F00_01-300x217Este é o talento dos grandes jogadores da história do futebol: fazerem aquilo de que outros não são capazes. A exibição de hoje do CR7 só é comparável, a nível da Seleção Nacional, com a que Eusébio rubricou frente à Coreia, no Mundial de 1966.

Nos dois decisivos confrontos com a Suécia – decisivos para Portugal, para a Seleção, para a Nike e para ele, entre outros – Cristiano Ronaldo marcou quatro golos, três deles no campo do adversário e os dois últimos depois do “bis” de Ibra ter parecido ser o princípio do cheque-mate à nossa equipa.

Faltou o quarto golo, que esteve iminente, para a coroação de Cristiano ser ainda mais brutal e deixar totalmente de rastos aqueles que se desesperam com o poder deste apaixonante jogo global. Como disse alguém, o futebol é a mais importante das coisas menos importantes da vida.

Hoje, puxou o País para cima, muito graças a um rapaz da Madeira que leva 55 jogos oficiais disputados em 2013, tendo marcado 66 golos, uma média de 1,2 golos por desafio. Curiosamente, essa média sobe para 2,2 se considerarmos que apontou 13 golos nas derradeiras seis partidas, ou seja, desde que Blatter fez a rábula vinícola do “comandante”…

Nada como picar “la bestia”!

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