Amália de azul

Há anos, um jornalista do “Record” levou Carlos Lopes a uma escola secundária, para uma ação lúdica. E de lá voltou chocado: os alunos não sabiam quem era o homem que tinham à sua frente. E tratava-se “apenas” do primeiro português medalhado com o ouro olímpico, triplo campeão do Mundo de corta-mato e recordista mundial da maratona, entre muitos outros êxitos. Até as lendas o tempo apaga da espuma dos dias. Amália, sendo também – e especialmente ela – do patamar dos mitos, não é Carlos Lopes porque pode permanecer... Leia o resto →