O ecletismo que liquidou uma carreira

Como aqui referi, o advento da bola de cauchu, que trouxe consigo a popularidade de outros modelos de borracha, marcou o fim da velha “trapeira”. Em Canas de Senhorim, em 1956 ou talvez 1957, o padre Domingos, entusiasmado pelo talento futebolístico de alguns miúdos da catequese, resolveu adquirir uma bola a sério e pô-los a competir no campo da Urgeiriça. Eram 11 contra 11 e ganhava sempre a equipa do António “Míscaro”, um geniozinho que fazia a cabeça em água aos defesas calmeirões como eu ou o Armando – saudades... Leia o resto →

Estreia em grande da Telescola

Os tempos estranhos e o confinamento parcial – e cada vez menor, ai, ai… – vão alterando audiências e causando surpresas. A maior da semana terá sido a estreia da Telescola, que “obrigou” Cristina Ferreira a receber Graça Freitas para lograr bater a RTP Memória… Na ausência do futebol, as novelas dominam o “top” diário e até “Quer o destino”, da TVI, com os seus erros de casting, se tem aproximado das “rivais” da SIC, tendo alcançado perto de 1,3 milhões de espectadores no sábado – dia em que fica... Leia o resto →

Regresso ao tempo dos bonecos da bola

Não pensem os leitores que tiveram a paciência de seguir aqui, há uma semana, a descrição do início da atividade desportiva que me traria um dia ao Record, que o meu tosco pé esquerdo me fez perder o vício de correr atrás da bola. Aliás, a seguir à de trapos, chegou a era da bola de cauchu, já utilizada pelos mais velhos, mas que, no Portugal provinciano da década de 50, uma criança só podia dispor se fosse rica ou ganhasse o prémio final de colecionador de cromos dos jogadores... Leia o resto →

A frase temerária de António Costa

Em semana de conversas televisivas, António Costa não se limitou a preparar um recomeço condicionado da vida de todos os dias. E foi estranhamente temerário ao proferir na última entrevista – a propósito do provável retorno da austeridade – uma frase que lhe pode sair cara: “Essa seria uma estratégia profundamente errada na atual circunstância”. Não creio que com a referência à “atual circunstância” o primeiro-ministro tenha procurado precaver-se, para recorrer mais tarde ao argumento que a “circunstância” mudou. Não, Costa está mesmo convencido que vai evitar um novo apertar... Leia o resto →

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