Ao serviço das massas acéfalas

Nos meus textos das duas derradeiras décadas, defendi recorrentemente a seriedade dos árbitros, não alinhei nos celerados “roubos de igreja”, nem aceitei teorias da conspiração que justificassem a obsessão pelo “sistema”. Critiquei e critico, sim, deficiências na formação, critérios de escolha, falta de clareza em nomeações e a incompetência de alguns árbitros, que demasiadas vezes se manifesta, no terreno e na análise vídeo, para prejuízo do futebol. Os defensores do VAR, nos quais me incluo, viveram anos na ilusão de terem descoberto a pólvora e sofrem hoje a desilusão pela... Leia o resto →