Carvalhal já não rima com Carnaval

Solitário, encaminhou-se para o banco com alguma angústia estampada no rosto. Não teve, talvez, a receção que queria e só quando, na plateia, um pequeno grupo de adeptos do Sporting o aplaudiu, pôde respirar de alívio. Acenou, então, com um sorriso – e sentou-se. Carlos Carvalhal regressava a casa pela mesma porta pequena que o libertou um dia da gaiola onde não era feliz. Estaria longe de pensar que voltaria a sair de Alvalade, naquele sábado que o acolheu secamente, pela porta grande de um triunfo que os apaniguados leoninos... Leia o resto →