Licensiados e ignurantes (3): qualquer coisa serve

Eles andam à solta, é verdade. E o enquadramento mínimo dos jornalistas em início de carreira, se falha durante o ano, em agosto é inexistente. Nesse salve-se quem puder, acabo de ouvir uma daquelas repórteres-mártires que andam de roda dos camionistas a afirmar, na SICN, que “a ANTRAM faltou à reunião” de hoje com os sindicatos… Pouco lhe interessa saber ou não sabe de facto – porque a preparação para o trabalho é zero – que não havia qualquer reunião marcada. A falta de rigor, o qualquer coisa serve, colocou-a... Leia o resto →

Cada cavadela de Bruno Lage, cada minhoca

Com Bruno Lage existe uma garantia: cada cavadela, cada minhoca, ou melhor dito, cada garimpada, cada pepita de ouro. Agora, foi a vez de Nuno, de 19 anos, o mais novo dos Tavares que “fugiram” de Alcochete e acabaram no Seixal, a revelar-se em pleno, após ter sido munido pelo treinador das aptidões necessárias para se transformar de lateral esquerdo em direito ou, melhor dito de novo, para fazer dele um defesa para qualquer dos lados. Ou até, pelo remate com que abriu o marcador na Luz, pelas duas assistências... Leia o resto →

Duas mulheres na frente

Partida para a minha última época de TotoRecord, com Andreia Vale e Luísa Jeremias a saírem na frente: AVale, LJeremias e PA Silva 5 pontos, EDâmaso e RMalheiro 8 pontos, CRodrigues, ZMFreitas e RCalafate 10 pontos. Eu e mais cinco já levamos 11 pontos, mau, mau…

Este estranho mês de agosto

Apareceu uma chuvinha, os fogos entraram em férias e todas as atenções mediáticas se concentraram na greve dos camionistas. Animado pelo descanso triunfalista do ministro Cabrita, António Costa foi à janela e meteu a mão de fora: cai uma água, sim, mas não só. Especialista em clima social e conhecedor do poder da televisão para pôr o país em polvorosa ou para o libertar de pesadelos, o primeiro-ministro percebeu que estávamos maduros para aceitar uma posição dura. E mal a TVI publicou a reportagem que deixou a nu o passado... Leia o resto →

Duas horas em que não parecia Portugal

A vida muda e esta Supertaça pertenceu a uma nova era. Em 2015, quando o Sporting ganhou o troféu, no lavar dos cestos Jonas e Jorge Jesus trocaram galhardetes, com o brasileiro, irritado pela derrota, a reagir bruscamente à aproximação do responsável pelo seu resgate do desterro de Valência. Quatro anos volvidos e sob a bênção do novíssimo canal 11 – mais um galão nos já revestidos ombros de Fernando Gomes – Bruno Lage e Marcel Keizer desfizeram-se em sorrisos e cumprimentos, também ao contrário do que sucedeu antes da... Leia o resto →

A teia dos negócios familiares dá sempre asneira

Tivemos uma semana televisiva preenchida com os jogos florais das golas antifumo inflamáveis – ou apenas perfuráveis, uma doçura – dominados por desculpas esfarrapadas e trocas de acusações. E pelo escândalo da voraz teia de ligações familiares que vai zelando pela prosperidade dos novos donos disto tudo. São novos e também velhos. Aliás, os novos são muitas vezes os velhos que ressurgem nas pessoas de filhos e netos, tios, sobrinhos e primos em graus diversos. E não vale a pena abrir a boca de espanto ou ficar chocado com negociatas... Leia o resto →

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