O martírio da TVI não acaba

O falhanço de “Like me” e a falta de um plano B obrigou a TVI a novo remendo na programação, “esticando” para quase quatro horas (!) o “A tarde é sua”. E faz pena ver o esforço de Fátima Lopes para conseguir tirar alguma coisa de um pastelão que se arrasta penosamente – registou, na última terça-feira, um “share” baixíssimo: 8,6%, com uma audiência média de 195 mil espetadores. Não há muito, a apresentadora da TVI discutia com Júlia Pinheiro a liderança da hora do chá e agora, no mesmo... Leia o resto →

Ruben Rua: a “capacidade zero” de José Castelo Branco

De vez em quando, a RTP brinda-nos com momentos de felicidade. Como aconteceu na quarta-feira, com o “direto” do Portugal-Suíça, que levou o canal do Estado à liderança do dia, graças ao “empurrão” de uma audiência média de 2,3 milhões de espectadores e um share de 52,9%, que atingiu os 59,3% após Cristiano Ronaldo ter marcado o segundo golo – e logo o terceiro. Além de permitir acompanhar mais uma proeza do melhor futebolista-competidor do Planeta – Messi é mais jogador-artista – a RTP prestou ao País outro serviço: fez... Leia o resto →

Adeus, Teixeirinha!

Longe vai o tempo em que a TVI lançou “Apanha se puderes” e passou a liderar o horário anterior ao “prime time”, fulminando o domínio de “O preço certo”, da RTP. A queda do concurso iniciou-se ainda com Cristina Ferreira, já a caminho da SIC, e com a introdução de ideias novas no programa de Fernando Mendes. O despertar da estação de Paço de Arcos, primeiro com “Casamento à primeira vista” e depois com “Quem quer casar com o agricultor?” cimentou-lhe a preferência antes dos telejornais, “O preço certo” manteve-se... Leia o resto →

A vida Costa

A última sondagem sobre as eleições europeias dava o PS só 5% à frente do PSD. Se isso resulta muito da má aposta dos socialistas – Pedro Marques tem uma imagem que não “passa” – é também consequência do desgaste a que está submetido António Costa e de que a televisão é palco diário. Referi aqui a sequência imparável de greves e manifestações, e de protestos pela degradação dos serviços públicos, que prometem continuar a abrir telejornais. Entretanto, rebentou a bolha das relações familiares na área governativa – a TVI... Leia o resto →

O fracasso da TVI

A mudança na direção de programas marcou o início do regresso da SIC à liderança e a contratação de Cristina Ferreira foi seguida de outras medidas de gestão de recursos e de captação de audiências igualmente importantes. O segundo tiro na “mouche” de Daniel Oliveira foi o da recuperação de Júlia Pinheiro. A apresentadora, “desaparecida” após o “flop” das manhãs, encontrou no novo “Júlia” o porto de abrigo, sendo raro o dia em que não bate o “A tarde é sua”, de Fátima Lopes. Desgastada pelas piadolas e pelo equívoco... Leia o resto →

Obrigado, Cristina!

António Costa somou pontos – e intenções de voto – com um desempenho profissional no “Programa da Cristina”, que na terça-feira terminou com mais de um milhão de espectadores. Como é hábito, o primeiro-ministro utilizou a capacidade de ser ou parecer ser genuíno e mostrou-se tão à vontade a responder a questões de política como a preparar a caldeirada – tarefa “improvisada” que estudou ao pormenor, como se percebeu quando não deixou passar uma incomodidade que saltava à vista: os tomates não estavam lavados… Costa aproveitou também eficazmente a presença... Leia o resto →

SIC à frente e TVI a dormir

Algum dia a SIC teria de despertar do sono profundo com que ajudou a TVI a ser líder de audiências por 12 anos consecutivos. Foi por uma décima é certo – 18,6% contra 18,5% – mas conta na mesma e, em fevereiro. a estação de Paço de Arcos ficou finalmente à frente da de Queluz. O acordar da SIC deu-se em simultâneo com a estranha letargia da concorrente, o típico fenómeno português que faz com que os vencedores ocasionais julguem sê-lo em definitivo e adormeçam à sombra da bananeira. E... Leia o resto →

Televisão cerca António Costa

Na TVI, “Gente que não sabe estar”, de Ricardo Araújo Pereira, sublinha, como cabe a um programa de humor, as contradições, os absurdos e os erros dos poderosos. É um reforço natural para a oposição – menos alvejada pelas críticas por ser menos protagonista – e que vem juntar-se, no suplício do Governo, a “Deus e o Diabo”, de José Eduardo Moniz, na estação de Queluz, e “A procuradora”, de Manuela Moura Guedes, na SIC. São três pilares relevantes no desgaste a que se sujeita António Costa, como se não... Leia o resto →

Naufrágio matinal na TVI

Adormeço tarde a ver séries e tarde acordo, embora sempre a tempo de acompanhar, por alguns minutos, o grande duelo das manhãs televisivas. “Sou feliz tanto na vitória como no fracasso”, dizia há dias Manuel Luís Goucha – numa frase que carrega a assunção dos momentos difíceis. E incompreensíveis face à previsibilidade dos efeitos do furacão Kristina e aos meses de que a TVI dispôs para se preparar. Na última quarta-feira, mal me liguei à atualidade, assisti a um autêntico “happening” com a marca de Cristina Ferreira. Em estúdio, crianças... Leia o resto →

O carro do amor ou o carro do circo?

Quando se estreou, “O carro do amor”, da SIC, parecia dar continuidade ao êxito de “Casados à primeira vista”, até por ter mantido Diana Chaves e os especialistas do “dating show” anterior com maior capacidade de comunicação: Cris Carvalho e Eduardo Torgal. Já a TVI, com “O primeiro encontro”, apresentou apenas o trunfo Fátima Lopes e um príncipe do nada, procurando somente o entretenimento, sem lhe juntar, como fez a SIC, alguma formação comportamental que valorize os conteúdos e ajude a iniciar relações amorosas, não na televisão mas na vida.... Leia o resto →

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