A Seleção vai inexplicavelmente no rumo certo

“In illo tempore”, viviam ainda os professores na ilusão da terra onde escorria o leite e o mel, era a estrelinha de António Costa que empalidecia, com os Kamov avariados, as capoeiras por restaurar, a pressão dos lóbis a exigir mais meios, enfim o verão bombeiral a ameaçar deixar tudo descalço outra vez. Mas a entrada em parafuso do presidente do Sporting aspirou o interesse dos média e as emoções da canalha com a gula com que o papel mataborrão absorve a tinta – e Costa refugiou-se no limbo. Encravado,... Leia o resto →

Futebol contaminado pela peste negra

Como se não bastassem os problemas provocados pelas claques, digo melhor, por alguns marginais infiltrados nas claques nos confrontos entre rivais, eis que a baderna alastrou aos jogos da Seleção. Se havia aí um oásis de festa que permitia a participação e confraternização das famílias, depois do que sucedeu no Estádio da Luz, antes, durante e após o Portugal-Hungria, podemos dizer que esse clima de tranquilidade acabou. Uma nuvem sinistra cobre todo o território futebolístico. Sociólogos, psicólogos e psiquiatras terão as mais variadas e especializadas explicações para o fenómeno –... Leia o resto →

E Bernardo Silva joga quando?

Quando Fernando Santos foi escolhido para selecionador nacional, alguns doutos opinadores embandeiraram em arco: ele era o homem indicado para o que diziam ir ser “a renovação da Seleção”. O certo é que só fomos campeões da Europa graças à inteligência do engenheiro, à sua prudência e ponderação, e ao acerto das suas escolhas, convocando jogadores jovens mas constituindo a base da equipa com futebolistas maduros, que deram aos mais novos o enquadramento indispensável. Sem Pepe, Ricardo Carvalho, José Fonte, Bruno Alves, Moutinho ou Quaresma, e sempre Cristiano – que é... Leia o resto →

Meio século de Magriços: os pioneiros da conquista do Euro’2016

A 16 de julho de 1966, num jogo contra a Bulgária (3-0), a Selecção Nacional de futebol – aquela que conhecemos por Magriços – iniciou, no mítico Estádio de Old Trafford, em Manchester, Inglaterra, a campanha que a levaria ao 3.º lugar – a nossa melhor classificação de sempre num Mundial. Ao longo de meio século, esse feito nunca foi esquecido, e o Record, para assinalar o seu 66.º aniversário, em 2015, convidou quatro jogadores já lendários – Vicente Lucas, Hilário, José Augusto e António Simões – a regressarem ao... Leia o resto →

 
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