Cristiano e Messi: o mais forte de todos e o melhor da história

Vejo como um caso de estudo que a justa euforia em torno do histórico desempenho de Cristiano Ronaldo, frente à Espanha, seja acompanhada por críticas absurdas a Lionel Messi, por não ter convertido um penálti e carregado a seleção argentina às costas. Vão ser esses os comentadores que amanhã, se Cristiano estiver mais apagado face a Marrocos e Messi fizer um jogo ao seu nível contra a Croácia, dirão ou escreverão precisamente o contrário do que fizeram nos últimos dias. Tantos anos a ver futebol sem entenderem que, num minuto,... Leia o resto →

Federer e Nadal voltaram a ser os donos do ténis

São 17 títulos do Grand Slam, 11 dos quais em Roland Garros – sete na última década – a juntar a quatro taças Davis, a 32 torneios Masters 1000, às medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de 2008 e 2016, a 100 milhões de dólares de “prize money” e por aí fora: eis o extraordinário palmarés de Rafael Nadal, após ter vencido ontem, em Paris, um troféu que lhe permite manter-se como n.º 1 do ranking ATP e confirmar a sua condição de melhor tenista em terra batida da história.... Leia o resto →

A defesa está ótima, o pior é o manicómio

Grande foi a demonstração de capacidade da Seleção, superando claramente uma Bélgica fortíssima, a atuar em casa e a não lograr o que raramente falha: golos. Fernando Santos parece ter acertado no quarteto defensivo titular – não por acaso, o da final do Europeu – que se exibiu a alto nível, permanecendo, todavia, um velho problema. É que com a carga de jogos do Mundial vai ser preciso rodar e as quatro alternativas não estão no mesmo patamar – por experiência a mais ou experiência a menos. Recordo o erro... Leia o resto →

Obrigado, querido Sergio Ramos!

Carles Puyol, lenda viva do Barcelona e da seleção espanhola, convida os responsáveis catalães à reflexão: com o melhor Barça da história, como pôde o Real Madrid ganhar quatro das cinco últimas ligas dos Campeões? A resposta imediata será a do talento. Zidane soma nove títulos conquistados em dois anos e meio – e isso é matemática, como diz aquele divertido senhor na televisão. Haverá outra explicação: é que se existem camisolas que ganham jogos, elas são do Real. A final de Kiev foi, aliás, um exemplo desse fenómeno. Acossados... Leia o resto →

Acabou um pesadelo no Sporting? Vêm aí outros…

A semana de pesadelo sportinguista terminou ontem, com uma exibição digna no Jamor, insuficiente, no entanto, para a conquista da Taça de Portugal. A missão era impossível, após tantos dias de martírio psicológico, de falta de preparação técnica, de intranquilidade e até de abandono por parte de quem devia apoiar a equipa e se colocou em posição de não o poder fazer. E novo insucesso se somou à “perda” da Champions. A semana negra findou, mas hoje começou outra, talvez aquela em que várias cargas de cavalaria, pesadas e veremos... Leia o resto →

Sérgio Conceição, o recuperador de ativos

Naquele tipo de comentário esquizofrénico tão comum em Portugal, ecoam por montes e vales as odes de glória a Sérgio Conceição – agora que não resta outra coisa. Mas quero cair nesse pecado e insistir em fazer chover no molhado para sublinhar o que noto ser menos valorizado nas capacidades do treinador do FC Porto: a notável recuperação de jogadores a que com tanto sucesso se dedicou. Voltei a recordar esse “pormenor”, no sábado, na “manif” dos Aliados, perante duas imagens emblemáticas, ambas com o mesmo intérprete, o internacional mexicano... Leia o resto →

O dérbi, o campeão e três agoras

Os jogos têm quase sempre um momento que decide da sua sorte. O do último dérbi foi logo aos 8 minutos, quando o remate de Rafa fez a bola embater na trave. Não entrou então, não entraria nunca mais, é uma história já vista incontáveis vezes. Manda a verdade que não se recorde esse capricho do destino como fruto do azar de Rafa sem chamar também à colação o mérito de Rui Patrício, que condicionou muito, tornando-a imperfeita, a execução do extremo benfiquista. E podemos até encontrar um segundo momento... Leia o resto →

Contra apupos e assobios, gastar, gastar

Com a derrota em casa frente ao Tondela, o Benfica tornou a crise em que entrara, ao perder com o FC Porto, num tombo de consequências imprevisíveis. Ou talvez não, já que muito dificilmente Luís Filipe Vieira poderá conter o desânimo geral e manter Rui Vitória, cuja eventual saída levará o plantel a uma remodelação tão profunda que o sonho do presidente de caminhar no sentido do saneamento financeiro será necessariamente posto em causa. Vai ser preciso comprar e comprar bem, gastar milhões e muitos. Antes, há outro grave problema... Leia o resto →

Do regresso de Iniesta a Benfica e Sporting no limite

Saber gerir a carreira é a terceira condição para o sucesso, depois do trabalho –muito trabalho – e do talento natural para um desempenho profissional. Andrés Iniesta confirma agora ter reunido as três qualidades ao escolher o final da época para dizer adeus a 22 anos de Barcelona. Deixará o clube num momento magnífico: após a conquista de mais uma liga, com um avanço merecido e arrasador, e de outra Taça de Espanha, esta ganha no sábado, após uma atuação de sonho a juntar ao livro de ouro exibicional do... Leia o resto →

E tudo o Benfica desperdiçou

Foram precisas décadas para que os iluminados que mandam no futebol europeu entendessem o prejuízo que é, para os adeptos e para o negócio, a transmissão de grandes jogos no mesmo horário, situação que será revista na próxima época. É pena que outra inteligência não resolva o “drama” do telespectador português, que teve ontem, mal Artur Soares Dias fechou a loja na Luz, de começar a ver o Real Madrid, passar 15 minutos após pelo PSG-Mónaco, e deixar os dois para seguir o dérbi lisboeta. E jantar? Isso só lá... Leia o resto →

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