Ainda andamos por aí, Goucha

Se há coisa que um jornalista, que foi obrigado pelas circunstâncias a tocar vários instrumentos profissionais, não deve fazer é viajar demasiado pelo passado. Uns simples 20 anos atrás ousam revelar-nos prosas medonhas, em especial aquelas que somos capazes de jurar jamais ter escrito. Aconteceu-me isso agora, ao recuar à década de 90 para descobrir textos que assinei sobre Manuel Luís Goucha. Em outubro de 1993, quando se estreou o Momentos de Glória, uma caríssima aposta da TVI, não podia ter sido mais duro, ao publicar na revista Dona: “É um pastelão, tem... Leia o resto →