Nasceram laterais à Seleção: depois da fome, a fartura…

Anos atrás, preocupado com a escassez de laterais portugueses de bom nível, o selecionador Carlos Queiroz chegou a pensar nos então defesas do Manchester United, os gémeos Rafael e Fábio Silva, jovens brasileiros que poderiam eventualmente obter a dupla nacionalidade mas que acabariam, no início da presente década, por alinhar pela seleção canarinha. Pois não há fome que não dê em fartura, uma vez que fomos campeões europeus com Cédric e Vieirinha, no Mundial tivemos Ricardo Pereira, avançámos (finalmente!) com João Cancelo, deixámos de fora um “patinho feio”, André Almeida,... Leia o resto →

Acuña foi caro ou barato?

Há um ano, um comentador e um “narrador” de um canal de desporto peroravam sobre o “péssimo negócio” que, diziam eles, o Real Madrid teria feito com Morata. O avançado jogava pouco – menos de 40 partidas em quatro épocas – e tinha sido vendido em 2014, à Juventus, por 20 milhões de euros, e readquirido em 2016, através de uma cláusula contratual imposta por quem sabe da coisa, por 30 milhões. Logo, concluíam os surrealistas de serviço, o Real teria perdido 10 milhões, uma nabice. Na verdade, tendo no... Leia o resto →

Mourinho, Cristiano e o RM: um grande texto de Juanma Rodríguez na Marca

En líneas generales, y aunque el asunto admite un montón de matices, los antimadridistas sí venderían a Cristiano mientras que los madridistas no lo harían. Y, además, los antimadridistas venderían al mejor jugador del mundo por una cantidad ridícula de dinero para que, así, al desastre deportivo se le añadiera al Real Madrid otro económico. Los antimadridistas quieren lejos a Cristiano, del mismo modo que querían lejos a José Mourinho: si tiene que ser en el PSG, pues en el PSG; pero si puede ser en China o en la Liga... Leia o resto →

Os príncipes é que decidem do emprego dos treinadores

Antes da visita do Manchester United ao Middlesbrough, José Mourinho sentenciou: os jogadores do Boro, ou alguns deles, que Mou sabe quem são, foram os culpados pelo despedimento de Aitor Karanka, antigo adjunto do português no Real Madrid. E o treinador do MU conhece bem esse truque, já que ele próprio foi vítima dos barões do balneário, tanto ao serviço dos blancos como depois, no regresso ao Chelsea. Veja-se como certos milionários blues, tão enjoadinhos e em sub-rendimento no tempo de Mourinho, estão agora ao seu melhor nível sob a... Leia o resto →

José Mourinho: uma vénia nem só pelos 24

São 24 títulos na carreira, 10 em Inglaterra e dois no Manchester United em poucos meses. José Mourinho viveu ontem mais uma tarde de sucesso, que celebrou à sua maneira: semblante carregado, supostamente chateado com alguém ou apenas com o Mundo, hesitante na subida à tribuna, rosto fechado a expressões de alegria. Mou leva-se demasiado a sério e vê talvez o sorriso como uma fraqueza, uma fresta no manto com que tapa os sentimentos mais profundos, que guarda ciosamente para os seus. O treinador português tem essa personalidade, pelo que... Leia o resto →

José Mourinho e Jorge Jesus em sofrimento

José Mourinho passa por dificuldades: o Manchester United é oitavo e está, à 10.ª jornada, a 8 pontos dos líderes da Premier, que são logo três, e a 7 pontos do quarto classificado, correndo sérios riscos de voltar a não se apurar para a Liga dos Campeões. Pior é a vida de Frank de Boer: o Inter – que como o MU gastou mais de 100 milhões de euros em “reforços” – é 11.º no Calcio, a 13 pontos (!) da Juve, e vê também a Europa por um canudo.... Leia o resto →

José Mourinho, um coração de ouro

Não chegou ao Natal. A expressão, que pertence desde que me lembro ao jargão do futebolês, atingiu, desta feita, o alvo improvável: José Mourinho. Mas ao contrário do que se julga, o treinador está na situação atual, a de despedido, porque foi tomado por um inesperado síndrome natalício e ficou com um coração de ouro. Em 2000, quando treinou o Benfica, depois em Leiria, e até em 2002, nos meses iniciais no FC Porto, Mourinho ainda deixava respirar os que não gostam dele e que alimentavam então a esperança de... Leia o resto →

Eu, adepto atrevido

A título excecional, escrevi esta crónica na sexta-feira porque estava de partida, rumo ao Santiago Bernabéu, no cumprimento da última romaria do ano. Sim, fui ver o Real Madrid contra o Las Palmas, uma vez que a minha filha e a minha neta exigiam ver golos do Cristiano e, pelo sim, pelo não, talvez os canários fossem os mais lorpas – o leitor verá, nesta segunda-feira, se acertei ou se me cubro de ridículo. É a vida. Quero com isto dizer que também não sabia se, no sábado, o Jurgen... Leia o resto →

A Juventus que leve 4, nós não!

Gostava de me associar às comemorações dos três minutos mágicos com que Messi semidestruiu o indestrutível Bayern, apenas para contrariar a corrente geral que faz vénias ao segundo golo, tão vulgar no repertório do astro. Para mim, mais fantástico pareceu o primeiro, o do abrelatas, que começou a decidir um jogo até então em tudo empatado. Encontrar aquela aberta entre os defesas, ou fabricá-la, e depois executar – à velocidade da luz! – um remate rasteiro, seco e de fora da área, que reduziu a zero os metros de pernas... Leia o resto →

Ao serão com Pedroto

A 8 de Janeiro de 1985, desaparecia um dos nomes mais carismáticos do nosso futebol: José Maria Pedroto, também conhecido por Zé do Boné. Ainda hoje apelidado de mestre por muitos agentes desportivos, ele foi o visionário que cedo compreendeu a necessidade de controlar a podridão em que vivia o denominado sistema – e que basicamente consistia na gestão da arbitragem e no aproveitamento da incultura, má formação técnica e permeabilidade a influências de alguns árbitros. Recordo com emoção a noite de Março de 1983 em que jornalistas do semanário... Leia o resto →

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