Aos 90+3 o fantasma do Zé dos Frangos foi visto no Restelo

O Belenenses fez ontem um bom jogo contra o Sporting. Não ganhou porque não tem um ponta de lança, só tem armandinhos. E sofreu o golo da derrota a dois minutos do fim, o costume. Se eu tivesse uma nota de 100 euros por cada situação destas que já vivi no Estádio do Restelo, não estaria rico mas andaria perto. Recordo como se tivesse sido ontem um Belenenses-Sporting da época de 1961-62, já no Restelo, em que jogámos também de igual para igual com os leões e quando parecia que... Leia o resto →

50 anos de carreira (algumas notas)

“A COISA MAIS IMPORTANTE DA VIDA É NUNCA DEIXARMOS DE NOS QUESTIONAR” – ALBERT EINSTEIN 2013 O reencontro A anterior direção de Record (2003/2013), integrada por mim e pelos jornalistas António Magalhães, Nuno Farinha e Bernardo Ribeiro, voltou a reunir-se, agora para um almoço de Natal em que pudemos, mais do que recordar os dez anos em que trabalhámos juntos e os problemas pessoais e profissionais que por vezes nos afastaram, e que são passado, consolidar uma relação que tem os olhos postos no futuro. Confrontámo-nos com o desaparecimento de... Leia o resto →

“Alcance”: o equívoco e a canção

No final de 1973, o empresário Alencastre Telo, autor de canções populares e proprietário da Tipografia Lisbonense, situada na Rua do Passadiço, em Lisboa, decidiu editar uma revista mensal “para promover os artistas portugueses”. Escolheu para directora M. E. Carvalhal Soares e esta convidou Sena Santos, então em A Capital, para formar a redação. O jornalista teve a infeliz ideia de me chamar – talvez por eu coordenar a secção de Cultura/Espectáculos do Diário de Lisboa – e, quase sem dar por isso, acabei em chefe de redação da Alcance,... Leia o resto →

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