Fátima Padinha antes de ser Mrs. Passos Coelho
Ainda “Doce”, eis a futura (e hoje já ex) senhora de Passos Coelho, há… 30 anos (in OFF-SIDE)
Carlos Andrade, 30 anos depois…
Em 2012, o prof. Carlos Andrade esteve de visita ao Record… …e 30 anos antes, em 1982, entrevistou Amália Rodrigues, para o OFF-SIDE, em casa da artista. Como o tempo passa…
Em memória de um trio de ouro do jornalismo português
O meu camarada de redação Rui Dias encontrou nos Arquivos de Record esta foto, dos idos de 1966, particularmente feliz por ter reunido três dos cinco maiores jornalistas “desportivos” de sempre: Alves dos Santos, Vítor Santos e Artur Agostinho (Ricardo Ornelas e José Neves de Sousa completariam o quinteto de ouro). Nesta altura, eu já trabalhava na comunicação social, embora ainda não fosse jornalista. Mas tive o privilégio de, ao longo das minhas várias vidas profissionais, ter conhecido estes “monstros sagrados” do jornalismo português. E sempre com a consciência, que... Leia o resto →
O almoço do ouro velho e o capitão que é afinal almirante…
Pois é, a malta que jogou voleibol no Clube Nacional de Ginástica, da Parede, nas épocas de 1963/64 e 1964/65, reformada mas jamais cansada, resolveu tocar a reunir para um almoço marcado para amanhã, sábado 28, pelas 13 e 30, no restaurante Pérola, da praia de Carcavelos. O “capitão” Manuel Pires (o terceiro a contar da direita, na foto), hoje almirante Ferreira Pires, assumiu o comando da nau – a geração “ouro velho” – e fez a convocatória: Manuel Pires, Dário Gaiola, Ilídio Costa, Pedro Alexandre, José Lima, José Augusto, Victor Pimpão,... Leia o resto →
Uma página com o Artur e muita história
Esta página da edição da revista “Flama” de 14 de junho de 1963 (capa mais abaixo) tem um grande significado para mim. Ora vejamos: 1. Assinala o primeiro dia de Artur Agostinho como diretor de Record, 1 de junho de 1963, o início de um trabalho de crescimento do jornal que me permitiria vir a ocupar o seu lugar… 40 anos depois. 2. Mostra o gigante desaparecido, na foto de cima, com os jornalistas Nuno Mota, que foi meu treinador de voleibol no Belenenses, em 1966, e Luís Rodrigues, que... Leia o resto →
Teatro-Oficina, um sonho que se frustrou
Em Janeiro de 1968, o ator Paulo Renato, com o apoio de Amélia Rey-Colaço, tentou erguer um teatro-oficina, nas instalações do Grupo Dramático e Escolar “Os Combatentes”, na Rua do Possolo, em Lisboa. Inscreveram-se duas dezenas de candidatos (como se vê nos recortes das reportagens do “Diário Popular” e do “Diário de Notícias”), entre os quais myself – sou o primeiro da esquerda na primeira foto, ao lado de Luísa Salgueiro, Linda Bringel e Leonor Poeira, e aquele rapaz mais alto, ao centro, atrás de Amélia Rey-Colaço, na segunda foto... Leia o resto →
Dossier has been: fotos com uma pequena história (continua)
Passaram quase oito anos sobre o momento em que esta foto foi tirada, em janeiro de 2003. Se repararem bem, à janela do último andar da pequena “torre” do histórico edifíco do “Diário de Notícias”, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, há um careca que acena. O diário “24horas” entrava no seu período áureo e eu despedia-me para rumar ao Record. Entretanto, o Mundo girou…
