Fernando Santos: o engenheiro geracional

Uma palavra de apreço é devida à Seleção e ao notável trabalho de renovação protagonizado por Fernando Santos. Disputar duas partidas fora e ganhá-las com clareza sem ter, no grupo de 25, jogadores da qualidade de Ricardo Quaresma, João Moutinho, Anthony Lopes, Rafael Guerreiro, Manuel Fernandes, Bruno Alves, Gonçalo Guedes, André Gomes, Ricardo Pereira ou Gelson Martins, para nem sequer valorizar a ausência de Cristiano Ronaldo – e só nesta “short list” são 11 os “excluídos” – é proeza tanto maior quanto, ao contrário do que muitas vezes sucede, a... Leia o resto →

Da exibição da Seleção em Andorra ao génio de Bryan Ruiz

Está calor. O Benfica procura um central, como se não soubéssemos já a falta que ele fazia, o Sporting tem os pontas de lança condicionados, e são nada menos de três – metendo Alan Ruiz no saco – e o FC Porto, em êxtase, lambe ao sol as feridas cicatrizadas. Pelo Minho, o Sp. Braga e Abel parecem ter conseguido estabilizar a equipa, ao contrário do V. Guimarães, onde os sócios se viram ao presidente e o bruxo de Fafe lidera a amostragem de lenços brancos a Pedro Martins. É... Leia o resto →

Os gremlins andam doidos nas redes sociais

A altura é má, vivemos desesperados com a tragédia de Pedrógão, é como se cada um de nós tivesse lá perdido alguém: e todos perdemos, essa é a verdade. Só nas redes sociais, em especial no Twitter – que é por onde navego em dias de jogos importantes – nada parece travar os maluquinhos. Ia a escrever incendiários mas não há de momento pior palavra. Alfaces. Podiam ter aprendido com a frustração que tiveram no Europeu, quando as críticas implacáveis aos jogadores e ao selecionador esbarraram na conquista do título... Leia o resto →

E Bernardo Silva joga quando?

Quando Fernando Santos foi escolhido para selecionador nacional, alguns doutos opinadores embandeiraram em arco: ele era o homem indicado para o que diziam ir ser “a renovação da Seleção”. O certo é que só fomos campeões da Europa graças à inteligência do engenheiro, à sua prudência e ponderação, e ao acerto das suas escolhas, convocando jogadores jovens mas constituindo a base da equipa com futebolistas maduros, que deram aos mais novos o enquadramento indispensável. Sem Pepe, Ricardo Carvalho, José Fonte, Bruno Alves, Moutinho ou Quaresma, e sempre Cristiano – que é... Leia o resto →

A velharia de Fernando Santos

Quando Fernando Santos chegou à Seleção, os mesmos plumitivos que aplaudiram as saídas de Scolari e Paulo Bento, “autorizaram” a nomeação do selecionador nacional com a alegação de que ele iria ter de renovar uma equipa envelhecida. O engenheiro cedo dissipou as dúvidas com uma convocatória inicial conservadora, na qual não faltou sequer um Bosingwa já com poucas condições para altas cavalarias. E a partir daí foi chamando, uma a uma, as muitas revelações em que felizmente é fértil o futebol português, procedendo à renovação com segurança e sem desaproveitar,... Leia o resto →

Haverá renovação da Seleção no Mundial de 2018?

Quando Fernando Santos chegou à Seleção, há dois anos, dizia-se que iria ser o homem da renovação de uma equipa… acabada. Mas o primeiro sinal do esperado rejuvenescimento foi o regresso às convocatórias dos proscritos mas já nada jovens Danny, Bosingwa e Ricardo Carvalho. Santos sabia, como ninguém, que renovar não significava dispensar talentos pelo cartão do cidadão. A Seleção é para os que rendem mais, respondem melhor à pressão e criam laços mais fortes no grupo de trabalho, tenham os 18 anos de Renato Sanches ou os 38 de... Leia o resto →

Renato Sanchez e o fantasma de Fernando Santos

A fé de Fernando Santos é mesmo para levar a sério. Portugal voltou a jogar para empatar e acabou dominado pela superior qualidade da Croácia – com Vida a errar de cabeça por centímetros e com Kalinic (ou Perisic?) a atirar ao poste… Mas eis se não quando um quarteto de génios da bola resolve a passagem aos “quartos”, fugindo a uma maléfica recordação que nada prometia de venturoso: a da eliminação, por penáltis, aos pés da Espanha, em 2012, embora desta vez João Moutinho e Bruno Alves não estivessem... Leia o resto →

Sou o que vem das Salésias ou o Guardiola caseiro que não gosta de velhos

Tremo antes de começar a perorar, estou como a Seleção, com a confiança abalada. Um remate de fora da área, que passa pelo buraco da agulha e entra na baliza, e depois mais dois golos quase iguais – de um jogador que só tem um pé – e ambos na sequência de ressaltos, são azares em excesso. Já eu não me queixo de falta de sorte, mas apenas de um remoque do “Guardiola” dos comentadores intestinos, que me acusou no Facebook de escrever sobre futebol como se vivesse nos tempos... Leia o resto →

A Seleção dos tarzões sem sorte

Agora que o insuspeito e mui conceituado diário “i” o considerou como o “Guardiola dos comentadores”, acompanho a teoria de Carlos Daniel – que ontem, na RTP, classificou de “anárquica” a tática da Seleção no jogo com os austríacos. Isso permite que este modesto Karadas da escrevinhadura futeboleira, que sou, se contenha ao ponto de não ter de jurar que não deu por tática alguma. Ou, como sei que Fernando Santos é um patriota, admita, com relutância, que tenha passado aos jogadores a célebre tática do seu homónimo, o grande... Leia o resto →

Tudo em grande forma e eu de pé atrás

Sexa, o Presidente, deu conhecimento aos portugueses de que os jogadores da Seleção estão “em grande forma”, repetindo assim a garantia ouvida da boca de Sexa, o primeiro-ministro, de que Cristiano está “em grande forma”. Por mim, nada de dúvidas. Porque as declarações dos principais responsáveis políticos do País, assentando na fé, trazem a chancela de dois por vezes irritantes conhecedores de futebol, que não falam só por falar. Por outro lado, a concludente exibição, com goleada, dos nossos rapazes frente à seleção da Estónia, 94.ª classificada – e 40.ª... Leia o resto →

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