Não há mais palhaços para alimentar pesadelos…

Longe do que sucedeu com a primeira temporada, que terminou ao 13.º episódio, a segunda série de “Pesadelo na cozinha” fina-se amanhã, com o décimo. Não será pela quebra de audiência que iremos deixar de ver Ljubomir Stanisic em ação, pois o programa tem liderado desde a estreia e aumentou até o seu público quando chegou a concorrência de “Casados à primeira vista”, da SIC. Tendo em conta os apelos de há um mês nos “talk shows” da manhã e da tarde, da TVI, para que os “restauradores” em apuros... Leia o resto →

O abraço de Fátima Lopes ao Chico Chicaia

Não sou fã de Fátima Lopes e da sua tendência para a lágrima fácil. Mas não me deixo levar por opiniões definitivas, nem alimento antipatias primárias. Por isso, não encarei agora o “show off” da apresentadora com um sem abrigo – no “A tarde é sua”, da TVI – de pé atrás, do género “lá está ela a trabalhar para a imagem de boazinha”. Ao contrário, protesto há imensos anos – talvez há milhares de crónicas, ai, ai… – pela indiferença de tantas figuras públicas que fecham os olhos ao... Leia o resto →

Elogios de amigos em “Conta-me como és”

O êxito do “Alta definição”, na SIC, cuja fórmula permite a Daniel Oliveira o distanciamento que faz dos entrevistados os efetivos protagonistas, leva a que outros comunicadores se atrevam a tentar a sua sorte no género. Foi o caso de Fátima Lopes, cuja popularidade a TVI aproveitou para lançar “Conta-me como és”. A apresentadora, com o jeito peculiar que a distingue, criou uma espécie de clube de amigos, em que as entrevistas – que ela classifica de “intimistas” – se transformam em sessões de elogios mútuos, a que Fátima soma... Leia o resto →

Espuma dos dias

A pobre exibição da Seleção paira como um sonâmbulo que espera por segunda-feira voltado para o autocarro de Carlos Queiroz. A crise do Sporting voltou a dominar os debates, com o “happening” de ontem a tomar largas horas de transmissões televisivas. Infelizmente, os ânimos extremaram-se tanto que o apelo de Rogério Alves para se “abolir a linguagem bélica” caiu em saco roto e a violência anda no ar. E nesta questão de abuso de palavreado e postura agressiva, a culpa é menos da marginalidade e mais de quem se admitia... Leia o resto →

 
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