Eusébio no Panteão queiram ou não

Como preferimos o fútil ao sério, gostamos mais de arranjar polémicas, despertar animosidades e alimentar querelas do que trabalhar e ajudar a resolver os problemas, eis que descobrimos agora nova lenha para queimar: a ida, ou não ida, dos restos mortais de Eusébio para o Panteão Nacional. Abusarei também da paciência do leitor com a magna questão. Começo por não entender para que existe o Panteão, uma vez que não estão lá nem todos os melhores entre os melhores, nem todos os que lá vemos são dos melhores entre os... Leia o resto →

Eusébio, o rei amargurado

Era um homem magoado e não vale a pena, na hora do seu desaparecimento físico, dourar a parte pior. Recordo situações várias, ao longo particularmente dos últimos anos, em que simples tentativas para lhe obter uma declaração esbarravam em frases do tipo há dinheiro para tudo, só para o Eusébio é que não. E não fosse a arte do seu amigo João Malheiro para o amaciar e o trabalho dos jornalistas, por muitas horas que esperassem em tardes de seca na Adega da Tia Matilde, estaria destinado ao insucesso. Claro... Leia o resto →

A morte de Eusébio e a hipocrisia

A morte de Eusébio traz-nos de tudo: desde a sentida homenagem pública a um dos maiores futebolistas de todos os tempos às penosas considerações de quem nunca o viu jogar e se permite tentar definir-lhe as capacidades futebolísticas, aproveitando a onda para aparecer. Para já nem sequer falar das lágrimas de crocodilo dos que nem sequer gostavam de Eusébio e do que representava – a popularidade do futebol e o êxito individual conseguido através dele. Na manhã de hoje, foi reconfortante ouvir personalidades como Toni, António Simões, José Augusto e... Leia o resto →

 
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