Hoje é Sábado: Um amigo no telhado

  Em 1972, o Zé Neves de Sousa abriu-me a porta dos jornais De 1964 a 1977: eis os post-its de 13 anos loucos… e de um louco à solta, valha a verdade A minha vida em post-it? Interessaria a alguém? E seria possível preservar a imagem do artista? Bem, fiquemos antes pelo memorando das principais peripécias dos anos loucos… e com um louco à solta, valha a verdade.  Agosto de 1964: escrevi o meu primeiro texto, publicado no Mundo Desportivo, sobre os campeonatos da FISEC, em que participei como atleta.  Setembro de 1964:... Leia o resto →

Dossier has been – Pedroto na minha primeira crónica de um jogo

Já me têm perguntado porque não faço aqui no Record crónicas de jogos. Vou dar hoje a resposta mais franca possível: não me apetece. Por um lado, por me ter dedicado a outras vertentes do trabalho jornalístico e da gestão editorial, para que o acionista me contratou, e que me deixam pouca capacidade para me deslocar aos estádios, ver os jogos, escrever as crónicas e regressar à redação – cinco horas perdidas, no mínimo, um dia a menos para fazer o que devo. Por outro, por entender que tudo tem um tempo na vida.... Leia o resto →

Dossier has been – Em defesa do Costa dos Frangos, que era um fabuloso guarda-redes

Irrita-me ver esta fotografia, que Record voltou a publicar na edição do último sábado. Ela fixa o momento mais aziago da história de um grande guarda-redes: Alberto da Costa Pereira (1929-1990). Como consequência deste golo, em que a bola, rematada pelo brasileiro Jair, lhe passa por baixo das pernas a caminho da baliza, o Benfica perdeu a sua quarta final europeia, frente ao Inter de Milão (1-0), que jogava em casa. De regresso a Lisboa, e para “suavizar” a ira dos adeptos, o guarda-redes encarnado deixou o aeroporto da Portela sentado numa cadeira de rodas,... Leia o resto →

Entrevista nos 60 anos de Record (Parte 4)

A recusa do protagonismo e as entrevistas RECORD – Por que aceitou fazer esta entrevista?AP – Porque o Nuno Farinha teve a ideia e vocês os cinco se puseram a perguntar… Mas também porque outras entrevistas que tínhamos programado, e que seriam seguramente mais interessantes, falharam quase em cima da hora. Não acredito no jornalista-protagonista, nunca vou à televisão, não gosto de exercícios de cabotinismo. Enfim, é uma vez na vida. RECORD -Quais foram as entrevistas que falharam?AP – Não vou especificar, eram entrevistas institucionais, com figuras institucionais. Mas como os... Leia o resto →

 
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