As odiadas 12 horas de Jack Ma

Em 2013, ao formar-se a equipa do “Hora Record”, da CMTV, apontou-se para futura pivô do programa uma estagiária que pouco percebia de desporto. Como tinha potencial, incentivei-a a anular o “gap”, dedicando-se ao seu projeto laboral para além do horário normal. E ela passou a entrar mais cedo do que os colegas e a ir para casa muito depois deles. Juntava ainda, a 12 horas na redação, o tempo das conversas com o pai, adepto de futebol e que lhe esclarecia as dúvidas. Em três meses, a jornalista foi... Leia o resto →

Agricultores sem eira nem beira

Ao lançar “Quem quer namorar com o agricultor?”, 18 anos após estreia de “Farmer wants a wife”, em Inglaterra, a SIC fez de Portugal o último das três dezenas de países que, desde 2001, apostaram na capacidade do programa para captar audiências. Há pouco tempo, a SIC Mulher transmitiu a nona (!) temporada da versão australiana, um luxo que ia da imensidão das herdades ao nível das candidatas, passando pelo cheiro, intenso, a dinheiro. Também pela realização, pois em televisão a abundância de recursos ajuda muito. Na edição portuguesa nota-se... Leia o resto →

A derrota de “Olhó Baião!”

Em março, a SIC voltou ao topo das audiências e não se poupou na divulgação da proeza. O regozijo da estação de Balsemão é, de facto, tão natural como o da CMTV, que acaba de somar 27 meses consecutivos na liderança do cabo. A questão está nos exageros. Ainda há pouco, a SIC Notícias vangloriava-se de ser número 1 na informação e nem metade da audiência da CMTV consegue. Agora, é o canal estrela de Paço de Arcos a meter vencedores e vencidos no mesmo saco de êxitos que o... Leia o resto →

A vida Costa

A última sondagem sobre as eleições europeias dava o PS só 5% à frente do PSD. Se isso resulta muito da má aposta dos socialistas – Pedro Marques tem uma imagem que não “passa” – é também consequência do desgaste a que está submetido António Costa e de que a televisão é palco diário. Referi aqui a sequência imparável de greves e manifestações, e de protestos pela degradação dos serviços públicos, que prometem continuar a abrir telejornais. Entretanto, rebentou a bolha das relações familiares na área governativa – a TVI... Leia o resto →

O fracasso da TVI

A mudança na direção de programas marcou o início do regresso da SIC à liderança e a contratação de Cristina Ferreira foi seguida de outras medidas de gestão de recursos e de captação de audiências igualmente importantes. O segundo tiro na “mouche” de Daniel Oliveira foi o da recuperação de Júlia Pinheiro. A apresentadora, “desaparecida” após o “flop” das manhãs, encontrou no novo “Júlia” o porto de abrigo, sendo raro o dia em que não bate o “A tarde é sua”, de Fátima Lopes. Desgastada pelas piadolas e pelo equívoco... Leia o resto →

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