Canto direto: rezo por ti, Villas-Boas

O Governo distinguiu o empresário Jorge Mendes, sinal de que não sofre dos complexos de anteriores executivos, que fizeram questão de preservar a bacoca e elitista distanciação à coisa desportiva, tão própria de certos pseudo-iluminados cá da terra. Andou bem o ministro Miguel Relvas ao dar a cara pelo que é efetivamente nacional e é bom. Mendes, como José Mourinho e respetiva equipa técnica, como Cristiano Ronaldo e Nani, como Pepe e Raul Meireles, é confirmação do que há muito sabemos: somos melhores no futebol que no resto – com... Leia o resto →

Uma solução à Simplex da Costa

Veremos se a decisão de Pinto da Costa de “promover” Vítor Pereira foi uma boa solução. No futebol, as únicas “boas soluções” são as vitórias. Mas o que ressalta para já desta surpresa é a confirmação da capacidade do líder portista para enfrentar dificuldades, sem que por um lado lhe tremam as pernas, e sem que, por outro, se ponha a fazer disparates ou a contratar filósofos. A aposta em Vítor Pereira, de alto risco para quem segue o futebol de longe, mas uma ação natural para quem acompanha o... Leia o resto →

O gesto raro de Villas-Boas

Não faltam, por esta altura, elogios a André Villas-Boas, elogios que são, seguramente, todos merecidos. Pela minha parte, a única coisa que lhe desejo é que, se um dia as coisas não lhe correrem bem, não estranhe, então, o que os autores de tanta louvaminha dirão dele. Mais do que os feitos desportivos, de facto notáveis, o que verdadeiramente me tem espantado na postura do técnico portista é a sua imunidade – durará? – à vaidade e à petulância. O modo como ainda hoje, já com três títulos no bolso,... Leia o resto →

André Villas-Boas e o energúmeno

Há dias, publiquei no meu blogue Quinta do Careca, a queixa que um espetador fez de André Villas-Boas ao provedor (?) da Liga de Clubes, por o técnico ter respondido com palavrões à tentativa de enxovalhamento de um energúmeno, em Portimão. Choveram de imediato os protestos e os insultos da ordem, acusando-me dos mais torpes instintos e criticando-me tanto pela “inoportunidade” – e quando seria então “oportuno”? – da divulgação do documento, como pelo simples facto de o ter publicado – não no jornal mas no meu discretíssimo blogue. Nada... Leia o resto →

A noite do mestre e do ex-aluno (e as opções de 1.ª página)

Quando ouvi Pinto da Costa desvalorizar a Taça de Portugal, torci a orelha. Mestre na arte da dialética, ele nada mais pretendia do que alargar a convicção benfiquista da passagem à final até ao limite, com a finalidade de tornar esse otimismo ainda mais perigoso, enquanto Villas-Boas e os jogadores preparavam a ação em campo. Para ajudar à festa de ontem, a razoável primeira parte dos encarnados – com Javi García a falhar o golo por centímetros, após um belo golpe de cabeça, e Júlio César a fazer a defesa impossível,... Leia o resto →

Queixa contra André Villas-Boas por insultar o público

De: Arnaldo Pinto [mailto:Enviada: quarta-feira, 13 de Abril de 2011 10:39Para: RecordAssunto: Queixa apresentada à LPFP Exmo. Senhor, Os meus cumprimentos. Junto envio cópia de queixa acabada de enviar ao Provedor da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, a qual penso que, pelas razões nela expressas, não deve ser esquecida e/ou “abafada”. Nesta data foi enviada cópia a outros órgãos da imprensa escrita, rádios e televisões e ao Futebol Clube do Porto. Com os melhores agradecimentos. No passado dia 10 de Abril, durante a primeira parte do jogo Portimonense – Futebol... Leia o resto →

O chá que Villas-Boas deu a beber a Jesus

Quando a vida não nos corre de feição e os nervos ficam à flor da pele, acontecem cenas deploráveis como a que Jorge Jesus interpretou no passado sábado. Acontecem não, acontecem por vezes, muito de acordo com as circunstâncias e muitíssimo em função da capacidade de resistência à pressão, do equilíbrio emocional e da educação do freguês. É a velha e relha questão de às figuras públicas ser ou não permitido o que está ao alcance do comum dos mortais: perder a cabeça, dizer uns palavrões, proferir uns insultos, dar... Leia o resto →

André Villas-Boas: há magia no Special Two

André Villas-Boas aprendeu com quem devia, ou seja, não se limitou a observar jogos e a elaborar relatórios para o chefe, mas soube “beber” o pior e o melhor de José Mourinho: uma vaidade incontida e uma razão indiscutível para essa vaidade. Nenhum treinador antes do Special One namorou tão bem com as câmaras de televisão. Nenhum as utiliza como Mourinho para ser o protagonista dos próprios guiões, para enviar recados para dentro do seu grupo, para se defender de ataques externos, para lançar desafios, fazer provocações ou semear a... Leia o resto →

Jesus, um mestre que não aprendeu

A primeira palavra do primeiro texto desta edição de Record é devida ao treinador da equipa que ontem venceu o clássico, de cuja capacidade para treinar o FC Porto sempre duvidei. O tempo acabou por dissipar as minhas reservas e não reconheço agora o mérito de André Villas-Boas apenas por causa do resultado histórico que obteve – nunca o Benfica perdera por 5-0 no antro dos dragões – mas também por me parecer consolidado o alto rendimento de jogadores como Sapunaru ou Maicon, mesmo de Guarin e até de Bellushi,... Leia o resto →

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