Agora sim, não haverá mais

31 de julho, data a partir da qual há muito decidi que não mais falaria do Record e fecharia de vez o meu ciclo. E porquê só hoje? Porque precisei de mais uns dias para arrumar, física e mentalmente, as questões pendentes, o que me permitirá tocar a vida para a frente sem necessidade de voltar a olhar para trás. Atualizarei ainda hoje os posts com as mensagens que recebi e que atrás publiquei, infelizmente não todas porque as férias que entretanto gozei me alteraram necessariamente as rotinas, com a... Leia o resto →

Estragado com mimos (segunda e última versão)

O diretor do “Negócios”, Pedro Santos Guerreiro, estragava-me há dias com mimos na sua crónica semanal no Record, que teve a simpatia de me dedicar e que publiquei no post anterior deste blog, “Os golos do Pais”. Antes e depois, outros amigos espalharam também açúcar na minha vida. Aqui ficam, com o meu sentido obrigado a todos, alguns desses depoimentos que muito me tocaram. “Não conheço propriamente bem o Alexandre Pais, nunca trabalhámos juntos, almoçámos e falámos algumas vezes, sempre no mesmo “idioma”, o que não é um detalhe. Conheço, no entanto,... Leia o resto →

Levo comigo o melhor da vida em 30 testemunhos

Fechado o meu ciclo de 10 anos, quatro meses e 27 dias à frente do Record, aqui ficam 30 testemunhos, palavras de generosidade, amizade, gratidão e grandeza de jornalistas que, naturalmente, não identifico para não ferir suscetibilidades… 1. Entrei no Record para um estágio de três meses. Senti que era a hora de mostrar que tenho valor para estar onde estou. Senti confiança para agarrar a oportunidade e no final fui recompensado. E é aí que aparece o “obrigado”. A si. Por ter acreditado que dali, daquele miúdo, poderiam vir coisas... Leia o resto →

Os golos do Pais e os comentários de Fernando Esteves e Luís Rosa Mendes

Isto hoje é pessoal. Fui pela primeira vez jornalista aos dez anos. Não por vocação pelo jornalismo; por devoção ao Benfica. Entre os verões de 1983 e 84, escrevi um semanário pessoal do campeonato. Todas as segundas-feiras, deitado no chão do quarto, em Viseu, escrevia a ficha e descrevia o jogo. Não eram fotografias secas, eram pinturas vivas. Cada golo do Nené era o nascimento de um planeta, uma cabeçada do Stromberg era um mar arrebatador, um remate do Filipovic era a sublimação da humanidade; as defesas do Bento eram... Leia o resto →

Dia de partida e de chegada

Quem melhor que Vicente Lucas, o magriço que “secou” Pelé, para me dar o abraço de despedida? Um presente do meu amigo Rui Dias, que nunca desistiu… Fecha-se hoje o meu ciclo de 10 anos 5 meses e 27 dias como diretor de Record. Deixo o jornal na liderança da imprensa especializada em desporto: temos mais leitores, vendemos mais jornais, faturamos mais publicidade, apresentamos melhores resultados, ou seja, damos mais valor aos acionistas. Olhando, aliás, para os números da APCT de um dos nossos concorrentes e conhecendo as tiragens do... Leia o resto →

Administração da Cofina reconhece publicamente o meu trabalho

De: Luis Santana Enviada: quarta-feira, 17 de Julho de 2013 11:44Para: GeralAssunto: Agradecimento Passaram 10 anos e até parece que foi ontem que conheci o Alexandre Pais e lhe entreguei um enorme desafio: assumir a direção editorial do Record com o objetivo de fazer do jornal um produto DIFERENCIADOR, requisito identificado como fundamental para a evolução da publicação. Desafio aceite, cedo percebemos que a escolha superava a ambição criada. À capacidade criadora aliava-se uma esclarecida capacidade de gestão, fator determinante para a vida do Record nesta ultima década de dificuldades imensas.... Leia o resto →

 
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