Um benfiquista na história do clássico

Já vejo futebol enquanto faço outras coisas para me animar quando a toada vai secante, como ontem sucedeu. Também Hugo Miguel, esse por dever de ofício, se distribuiu lindamente por duas tarefas: acompanhar os lances e fazer uma gestão equitativa dos cartões para que ninguém depois lhe chague o juízo. Os que reclamaram, sobre o intervalo, pela não exibição do segundo “amarelo” a Bruno Fernandes não passam de uns desequilibrados que não se importavam de aplicar a lei e estragar o jogo. Burros todos os dias. Mesmo entretido a tirar... Leia o resto →