A violência, a impunidade e os maus exemplos

Se os árbitros que não resistem às pressões e não fazem orelhas moucas aos insultos devem dedicar-se a outra profissão, o certo é que quando se passa dos impropérios e das ameaças inconsequentes à violência física o caso deve mudar de figura: há que ter mão pesada com os agressores. Chocamos aí de frente com outro problema: a justiça comum tornou-se frágil perante os criminosos. Se um dos manos valentões que pontapeou com sanha assassina um jovem prostrado – ato de que existe prova em vídeo – já soma dez... Leia o resto →