Núcleo de Teatro das CRGE: fez-se luz na companhia da eletricidade

No final de 1969, ganhava eu cerca de 700 euros, a valores atuais, na rádio, e fazia teatro amador no Clube Estefânia, quando respondi a um anúncio para encenador nas CRGE, Companhias Reunidas de Gás e Eletricidade, mais tarde EDP. Juntei uma carta de recomendação de Álvaro Benamor, meu professor no Conservatório Nacional, e fui escolhido. Por esse novo trabalho em part time pagavam-me quatro mil escudos limpos, hoje perto de 1200 euros, um luxo para os meus 23 anos. Começámos em março do ano seguinte com um texto de... Leia o resto →