Fátima e fé no caminho de um agnóstico
Ao ver agora o excelente Fátima, de João Canijo, com interpretações inesquecíveis – Rita Blanco e Anabela Moreira são sublimes – recordei a minha ligação familiar à Cova da Iria. O meu pai tinha um amigo, António Ramalho, que foi o maior adepto de caminhadas que conheci. Com eles, andei por toda a região da Grande Lisboa e não só: uma subida ao ponto mais alto da serra da Arrábida e depois a descida até Sesimbra, com um cenário deslumbrante, ficaram-me especialmente na memória. E sofri um bocado, em 1957,... Leia o resto →
