Uma boa gargalhada
Não fui propriamente criado num ambiente de bom humor. Por certo porque as dificuldades da vida de outros tempos, que se voltassem tornariam as atuais simples contratempos – e não, não estou a fazer humor –, não fossem propícias a brincadeiras. Talvez por isso, passei pela idade da anedota, um período da adolescência em que havia quem me achasse alguma graça, o que me levaria aos palcos de salas de associações de bombeiros e de sociedades ditas recreativas. Já no Conservatório Nacional, acabei por me estrear com uma modesta participação... Leia o resto →
Em parágrafos 2
1. Escritor de raro talento, Miguel Esteves Cardoso publicou há quatro ou cinco anos um livro com um palavrão no título e provocou um escândalo já menor que o do álbum de Pedro Abrunhosa e dos Bandemónio que, no século passado, foi censurado por ter utilizado termo idêntico. Foram precursores dos tempos adiantados que atravessamos, em que dezenas de humoristas, alguns dignos de dó, utilizam tudo o que podem para chocar as pessoas e poderem assim ganhar a vida. É uma opção que resulta, pelo que se vê, mas também... Leia o resto →
