Prémio Calhau 30 anos depois
No “Off Side”, quando alguém fazia asneira da grossa, recebia esta comenda… O que terei feito eu? Respondo como a Amália quando a conversa não lhe convinha: “Não me lembro, não me lembro…”
Grande Paços de Ferreira
Andamos todos “distraídos” com a rivalidade Benfica-FC Porto e com a nova vida do Sporting – e até, por vezes, com a subida de divisão do Belenenses – e não damos, penso eu, o devido relevo à proeza extraordinária do Paços de Ferreira. Terceiro lugar na Liga, derrotas quatro – apenas com os dois primeiros da tabela – e apuramento para o “play off” da Liga dos Campeões? Hum… E o dinheiro que gastou, as dívidas que deve ter? Nada disso, o orçamento para esta época foi idêntico ao... Leia o resto →
O dia em que Diana Gomez se estreou como pivô da Hora Record
Com o apoio de todos os seus companheiros de trabalho, incluindo o de Rita Monteiro, a jornalista “titular” do cargo (chapeau!), Diana Gomez estreou-se há minutos como pivô da Hora Record, da CMTV. Uma estreia perfeita, parabéns!
Já nem o futebol nos recupera o orgulho perdido
Mais de três milhões de telespetadores viram esta semana, só na SIC, a final da Liga Europa entre Benfica e Chelsea, a maior audiência do ano. Quando o menu do dia oferece futebol e ainda por cima mete Benfica, não há cá telenovelas, nem casas com anormais, nem pão para malucos: a bola comanda a vida. No Arena de Amesterdão estiveram cerca de 20 mil adeptos portugueses, uma mancha vermelha empolgante que só não transportou os encarnados para a vitória porque os imponderáveis do jogo, que são o seu trunfo,... Leia o resto →
O êxito de Vítor Pereira constitui uma lição
A conquista do “tri” por parte do FC Porto constitui uma grande lição. Não é nova, já que desde “os prognósticos só no fim do jogo” até ao facto de as partidas terem 90 minutos, passando pelo não menos comum “no final fazem-se as contas”, todos sabemos que não se devem deitar foguetes antes da festa – como tragicamente fez o Belenenses, em 1955, nas Salésias, com 2-1 no marcador e bem antes do sportinguista João Martins, a 4 minutos do fim, fazer o 2-2 e “entregar” o campeonato… ao... Leia o resto →
Crónicas da Sábado: rendido à evidência – 4
1. Demorei a combater a praga. Durante anos, tive na cozinha uma parafernália – utilizo o termo em homenagem aos jovens jornalistas que o colocaram no top das suas preferências, superando o estafado dantesco – de pequenos eletrodomésticos. Tudo o que fosse novidade, eu comprava. Com o tempo, fiz a descoberta dos burros: dois terços do material reluzente não saía das prateleiras. A partir desse 80, regressei ao oito e hoje sou de novo feliz com uma torradeira, o que significa que a proeza de Mr. Bimby me deixa indiferente.... Leia o resto →
Jesus não tem nada para “pensar”
A rapaziada que voga ao sabor das ondas pede agora a Luís Filipe Vieira a cabeça de Jorge Jesus, como se a palavra do presidente fosse letra morta ou como se o técnico pudesse ter evitado a “maldição dos descontos”, ou seja, o remate da vida de Kelvin e o chumbo nas pernas que agarrou Jardel ao solo – e o impediu de saltar com Ivanovic. Ontem de manhã, ouvi na rádio um daqueles inimputáveis que aproveitam o tempo de antena para despejar barbaridades, a exigir o afastamento de Jesus,... Leia o resto →
Um grande jornalista e um homem a sério
Parte mais um nome mítico do jornalismo português e um profissional de uma espécie que já não se “fabrica”, pelo que, também nesta nossa área de atividade, a crise se instalou. Cruz dos Santos tinha uma particular admiração por Record e nunca se deixou envolver em querelas estéreis e rivalidades inúteis. Era, ainda por isso, um homem superior. Poderia ter sido, em 1986, diretor de Record, cargo para o qual foi convidado. Pensou e declinou o convite porque não conseguia ver-se fora do jornal “A Bola”, cujos leitores já... Leia o resto →
Dois casos de bruxaria
Não vale a pena chorar sobre o leite derramado: o Benfica perdeu no Dragão porque jogou pouco e teve falta de sorte, e fica sem a Liga Europa, apesar de ter jogado muito e bem, por nada mais do que azar. Dois golos letais sofridos aos 90 minutos + 2 e aos 90 + 3, em dois embates consecutivos, são casos de bruxaria. Certo é que seria particularmente difícil ao Benfica recuperar do tremendo desgaste físico e psicológico sofrido na partida do Dragão, que começou com os encarnados fortes candidatos... Leia o resto →
