Nem só de futebol vive o homem

Não fui um modelo de disciplina enquanto desportista, pelo contrário, mas custou-me ver o comportamento do voleibolista Alexandre Ferreira, que no decurso do jogo que opôs a seleção portuguesa à congénere iraniana insultou por diversas vezes o árbitro, com uns bem audíveis “filho da p…!”. Depois de receber um cartão amarelo, por ter reclamado com o juiz principal, bateu palmas – o que já não foi bonito –, voltou a dirigir-se ao homem do apito em termos que lhe valeram o cartão vermelho, passando então aos palavrões. A um capitão... Leia o resto →

Inesquecível Ricardo

Seleção qualificada para as meias-finais do Mundial’2006… com luvas. Mais de 130 mil exemplares vendeu o Record no dia seguinte. E foi apenas há 13 anos…  

Tivesse Rui Rio esse dom…

Durante décadas, veremos como será em outubro, o sucesso do PSD resultou muito de um fator cultural: a sua ligação às nossas raízes. Porque mesmo vivendo nas grandes cidades, haverá poucos portugueses cujas origens, recentes ou mais remotas, não estejam no interior do país, naquilo a que noutros tempos se designava por “província”. É dessa associação ao Portugal profundo, ao cheiro da terra, que resulta o êxito de “Quem quer namorar com o agricultor?”: ainda que a segunda série seja pior que a primeira, isso não afasta os espectadores do... Leia o resto →

Simeone será a desgraça de João Félix

Não sei se Renato Sanches tem consciência do erro que cometeu ao aceitar que o Bayern desse por ele 35 milhões de euros ao Benfica – mais 45 milhões por objetivos, música para embalar. O clube de Munique não era o indicado para o futebolista, então com 18 anos, e a altura para a transferência também não era a certa. Pelo menos para Renato, já que os encarnados preferiram vender bem, em 2016, do que ficar à espera de poder faturar melhor, correndo o risco de o médio não confirmar... Leia o resto →

Golpe de talento e algum amadorismo

No episódio inicial de “Golpe de sorte”, na SIC, temi o pior, quando, no espaço de carga de uma camioneta, uma mulher deu à luz, de pernas voltadas para a parte aberta da caixa e para quem assistia na rua… As realizações portuguesas sofrem dessa pecha: adaptam o que deviam ser exigências à comodidade da produção, em vez de procurarem reduzir ao mínimo as situações inverosímeis. Outro exemplo cruel: na sociedade recreativa de Alvorinha, cheia de gente a meio da manhã – como se não houvesse mais televisores na terra... Leia o resto →

Os dois golpes de asa do engenheiro

Mal se conheceu o onze de Portugal, logo se fizeram ouvir reticências às duas alterações promovidas por Fernando Santos. Se desse para o torto, a melhor carpideira é a que pega primeiro ao serviço… Houve, por exemplo, quem dissesse que para o lugar de João Félix o engenheiro tosco devia ter optado por Rafa e não por Gonçalo Guedes. A justificação para a escolha, que podia ter sido e não foi, era antológica: porque Rafa daria maior velocidade à equipa! De facto, um dos piores defeitos de Guedes é a... Leia o resto →

Ruben Rua: a “capacidade zero” de José Castelo Branco

De vez em quando, a RTP brinda-nos com momentos de felicidade. Como aconteceu na quarta-feira, com o “direto” do Portugal-Suíça, que levou o canal do Estado à liderança do dia, graças ao “empurrão” de uma audiência média de 2,3 milhões de espectadores e um share de 52,9%, que atingiu os 59,3% após Cristiano Ronaldo ter marcado o segundo golo – e logo o terceiro. Além de permitir acompanhar mais uma proeza do melhor futebolista-competidor do Planeta – Messi é mais jogador-artista – a RTP prestou ao País outro serviço: fez... Leia o resto →

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